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13 de ago de 2013

Elysium novo filme

Elysium' é filme mais recente de combate à desigualdade de renda

Max (Matt Damon) e Frey luta (Alice Braga) para conseguir atendimento médico para o filho de Frey no filme Elysium.  (Sony Pictures)
Max (Matt Damon) e Frey luta (Alice Braga) para conseguir atendimento médico para o filho de Frey no filme Elysium. (Sony Pictures)
" Elysium ", o novo filme estrelado por Matt Damon e Jodie Foster, retrata um mundo onde a Terra é um planeta pobre, coberto de favelas e atormentado pela doença, que abriga apenas os mais pobres das almas.
Os mais afortunados conseguem viver em uma estação espacial chamada Elysium, onde o ar é puro e os problemas médicos podem ser eletrocutado, com o toque de um botão.
Esta não é a primeira vez que a desigualdade de renda tem sido abordado na tela grande.

8 de mar de 2013

Microsoft mostra como vai ser nosso futuro daqui a dez anos

Microsoft mostra como irá ser nosso futuro

Microsoft mostra como vai ser nosso futuro daqui a dez anos

Como você imagina a tecnologia daqui a cinco ou dez anos? Pois a Microsoft
analisou essa pergunta e nos trouxe um vídeo muito interessante: para
eles, o mundo do futuro vai ser dominado por telas interativas por todos
os lados – incluindo algumas que vão tomar uma parede inteira de sua
sala, de cima a baixo –, criando uma mistura entre físico e digital.
A interação em tempo real entre diversos aparelhos eletrônicos parece
ser o principal foco de todo o conceito. No vídeo, é possível ver
pessoas transmitindo arquivos de um celular ou tablet para uma “mesa
digital” com um simples arrastar de dedo, enquanto uma mãe decide quais
serão as fotos exibidas naquele dia nos porta-retratos da casa através
de uma enorme tela.

Um futuro próximo para poucos

Vendo todas as tecnologias apresentadas ali, não é impossível
imaginar isso realmente existindo, uma vez que ela utiliza conceitos já
existentes em nossa vida (embora atualmente estejam em um nível bem
inferior do que mostrado no vídeo).
Porém, é difícil pensar que algo assim torne-se parte comum de nossas
vidas: apenas os custos para comprar e manter os gastos de energia de
tantas telas trabalhando simultaneamente faria desse um projeto
exclusivo para alguns poucos ricaços.

http://www.tecmundo.com.br/futuro/37137-microsoft-mostra-como-vai-ser-nosso-futuro-daqui-a-dez-anos-video-.htm

8 de dez de 2011

escoceses prestes a criar vida inorgânica.

Pesquisadores escoceses estão realizando uma investigação pioneira para criar vida a partir de químicos inorgânicos.
Toda a vida na Terra é baseada na biologia orgânica (compostos de carbono), e o mundo inorgânico é considerado inanimado.
Agora, uma equipe da Universidade de Glasgow tem demonstrado uma nova forma de fazer células químicas inorgânicas.
O objetivo é criar células inorgânicas autorreplicantes que poderiam ser usadas na medicina e na química.
Para criar células inorgânicas vivas (biologia inorgânica), a equipe vai criar membranas internas que controlam a passagem de materiais e energia através delas, ou seja, vários processos químicos que poderiam ser isolados dentro da mesma célula, como em células biológicas.
Os pesquisadores dizem que as células, que também podem armazenar eletricidade, podem ser potencialmente usadas em todos os tipos de aplicações na medicina, como sensores ou para confinar reações químicas.
A pesquisa é parte de um projeto para demonstrar que compostos químicos inorgânicos são capazes de autorreplicação e evolução, assim como os orgânicos, à base de carbono.
Os cientistas acreditam que a criação de vida inorgânica é totalmente viável. A principal meta é a construção de células químicas complexas com propriedades que podem nos ajudar a entender como a vida surgiu, e também definir uma nova tecnologia baseada na evolução do mundo material, uma espécie de tecnologia da vida inorgânica.
As bactérias são, essencialmente, micro-organismos de uma única célula feitos de produtos químicos orgânicos. Então porque não criar micro-organismos de produtos químicos inorgânicos e permitir-lhes a evolução?
Se a pesquisa for bem sucedida, daria a ciência algumas ideias incríveis sobre a evolução e mostraria que não é apenas um processo biológico. Também significaria a prova de que a vida sem ser à base de carbono pode existir, redefinindo totalmente nossos conceitos.


[BBC] / hypescience

22 de nov de 2011

Princesas OU cachorras

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Princesas OU cachorras


Quase 3.000 mulheres atenderam ao chamado da pastora Sarah Sheeva, 38, na noite de terça-feira passada.

"Aqui, homem não entra. É o nosso complô contra o espírito da cachorrice", diz a filha dos cantores Baby do Brasil e Pepeu Gomes, missionária da Igreja Celular Internacional.

De Bíblia, agendas e bloquinhos nas mãos, as candidatas a "princesas" dizem "amém" aos ensinamentos da ex-cantora que hoje prega abstinência sexual até o casamento.

"Estou há dez anos sem sexo. Uns nove sem dar beijo na boca. Sou radical", relata Sarah. "Era ninfomaníaca, não ficava sem homem. Minha alma foi curada por Jesus."

Ela diz que busca em Deus força para adormecer os desejos carnais. "Ele supre minhas necessidades emocionais. Supre minhas necessidades sentimentais", afirma o refrão da canção que entoa.

O tom emotivo da música leva várias mulheres ao choro convulsivo, algumas parecem em transe. A cada frase de efeito, a plateia responde com gritos e aplausos, entremeados por risos e choros.

Crente desde 1997, Sarah é um fenômeno entre os evangélicos. Roda o Brasil com o "Culto das Princesas", misto de palestra de autoajuda e pregação, alternados com os seminários Santificação 1 e 2.

Ela diz que não cobra cachê. Vive da venda de dois livros. Um deles chama-se "Defraudação Emocional", em que ensina as solteiras a arrumar um casamento abençoado com um "príncipe".

A receita, porém, ainda não funcionou para ela. Sarah diz que tem muitos pretendentes, mas nenhum ainda aceitou suas regras: não pegar na mão até o noivado; beijo de língua e sexo só na noite de núpcias.

Do púlpito, com um laptop à frente, ela faz um apelo para o público feminino aderir à sua meta de santificação: ficar seis meses sem dar beijo na boca do namorado. 
 
 

olteira diz não, casada diz ,sim.


É o pedágio para virar princesa e fazer o príncipe colocar a aliança no dedo. Depois, é festa. "Solteira diz não, casada diz sim", prega.

Casou pode tudo e muito mais. "Agora, sexo lá em casa é de manhã, de tarde e de noite. Voltei para casa uma princesa. Meu marido adorou", diz Paloma Affonso, 24.

Na espera por um autógrafo, ela se diz "do lar". Paloma investiu R$ 200 no vestido floral e nos adereços para ver sua guru. Não faltou nem tiara na produção em tons de azul. "Princesa moderna não usa rosa, usa azul", ensina.

A vestimenta é um capítulo à parte. "Nesse nosso clube, vocês vão aprender como deixar de ser cachorras", diz Sarah ao microfone, para delírio das companheiras de fé.

A missionária da abstinência conduz o show com segurança. Adota um estilo retrô. O visual é "moça de família" dos anos 60. Usa um vestido rodado, com anágua de tule por baixo, arrematado por um romântico bolero.

Ataca o estilo "vulgar" das periguetes, cachorras e afins, com suas roupas coladas e decotadíssimas. "Não uso decote, aqui não tem amostra grátis", diz para muitas garotas vestidas com calças bem justas e tops de fazer inveja a muita "preparada do funk".

Elas lotam o salão térreo e o mezanino da Comunidade do Casarão, igreja evangélica de Mauá, Grande São Paulo.

 
 Ó PRA VOCÊ

Na parte final do culto, dedicada a perguntas, Sarah dá conselhos a uma senhora que quer saber se tem direito de recusar o marido sexualmente.

"Vai na farmácia, compra um lubrificante e dá glória a Deus por ter um peru só para você em casa. Tem que dar valor", responde Sarah. Risos e amém, em uníssono.

É a preparação para o "grand finale". "Princesas, como é que se diz?", pergunta Sarah. "Fora, cachorrada", respondem em coro uma plateia a essa altura dominada pela oratória e pelas piadas da pastora/artista. É quase meia-noite, hora de princesa dormir.

Rompendo os limites humanos da física quântica

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Rompendo os limites humanos da física quântica

Muitos falam da física quântica como sendo a chave de tudo, mas depois de ver esse cientista de fato mostrar uma experiencia com fundamento probatório consistente vi que a verdade é como ele disse: beeeem mais profundo... Veja o vídeo da apresentação no link abaixo e comentem.
"Os físicos estão acostumados com a ideia de que partículas subatômicas se comportam de acordo com as bizarras regras da mecânica quântica, completamente diferente dos objetos em escala humana. Em um avançado experimento, Aaron O'Connell embaçou essa distinção ao criar um objeto que é visível a olho nu, mas comprovadamente em dois lugares ao mesmo tempo. Nesta palestra ele propõe um intrigante modo de pensar sobre o resultado."
http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/aaron_o_connell_making_sense_of_a_visible_quantum_object.html

2 de jan de 2011

Máquina quântica

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Máquina quântica talvez a maior descoberta do ano de 2010


A criação do primeiro ponto entre o universo quântico do infinitamente pequeno e o mundo visível, por uma equipe de físicos americanos, foi considerada a descoberta científica mais significativa de 2010 pela revista americana Science.
O assunto foi revelado, em março, pela revista britânica Nature. Foi a primeira vez que cientistas demonstraram que os efeitos da mecânica quântica poderiam ser aplicados a um objeto visível, escreveu a Science.
Ao contrário do mundo visível, o universo quântico vê os átomos responderem a regras imprevisíveis. Assim, segundo as leis de Newton, no mundo visível, uma maçã cairá sempre da árvore no chão. Mas, os físicos Andrew Cleland e John Martinis, da Universidade da Califórnia, conseguiram, com sua máquina, demonstrar que o mundo visível poderia também sujeitar-se à mecânica quântica, abrindo caminho a aplicações potencialmente revolucionárias.
Os cientistas puderam obter um efeito quântico num pedaço de metal grosso o bastante para ser observado a olho nu formado de uma camada de nitreto de alumínio entre duas camadas de alumínio puro.
Na sua experiência, os pesquisadores americanos puderam, com a ajuda de um microcircuito elétrico supercondutor, que não oferece nenhuma resistência a temperatura muito baixa, fazer que sua máquina oscilasse e não ao mesmo tempo, num “estado superposto” do universo quântico no mundo do visível.
Esta “primeira máquina quântica” de 30 mícrons de comprimento (um mícron equivale a um milionèsimo de milímetro) é formada por materiais semicondutores que permitem tentar criar estados ditos “superpostos” comuns no universo quântico, sem recorrer a temperaturas tão baixas que são quase impossíveis de se obter, na prática.
Este estado aparentemente contraditório se produz simultaneamente. No universo quântico, o eixo de rotação de uma molécula pode também ser orientado em duas direções diferentes ao mesmo tempo.

13 de set de 2010

cheiro do medo

medoÉ possível sentir o “cheiro do medo”, segundo um estudo da Stony Brook University, nos Estados Unidos, cujo resultado foi publicado nesta semana pela revista New Scientist. O estudo pediu a 40 voluntários que estavam prestes a saltar de um avião em queda livre (no esporte sky diving), que colocassem um absorvente em suas axilas, para recolher o suor durante a queda.  Estas amostras de suor “de medo” foram colocadas em nebulizadores junto a amostras “neutras”. Foi pedido a outros voluntários que cheirassem essas amostras, enquanto seus cérebros eram observados em um exame de ressonância magnética.  Segundo a autora do estudo, Lilianne Mujica-Parodi, as partes do cérebro relativas ao medo, a amígdala e o hipotálamo, apresentaram maior atividade quando os voluntários sentiram o cheiro de suor dos sky divers.  Os autores não disseram aos voluntários qual era o objetivo da pesquisa, para não influenciá-los. Não está claro se os voluntários que sentiram o cheiro realmente sentiram medo, mas para Mujica-Parodi, o fato de o “circuito do medo” no cérebro ter respondido ao cheiro “indica que pode haver um componente biológico escondido na dinâmica social humana, na qual o estresse emocional é, literalmente, ‘contagioso’”.
Já foi observada nos animais a capacidade de “passar mensagens” – como de perigo ou disponibilidade sexual - através de odores, mas ainda se discute se os humanos também têm essa habilidade.
Outras pesquisas já procuraram demonstrar que era possível identificar o “cheiro do medo” no suor de pessoas que tivessem assistido a filmes de terror, mas há dúvidas sobre os resultados.
Alguns críticos afirmam que os estudos não levaram em conta o quão diferente as pessoas reagem a filmes de terror. Eles também tendiam a usar questionários que poderiam influenciar as respostas, com perguntas como se o suor tinha cheiro de alguém que estava feliz, com raiva, ou com medo.
A pesquisa da Stony Brook University foi financiada pela DARPA, o braço de pesquisa do Exército americano, o que chegou a levantar suspeitas de que os militares poderiam estar tentando desenvolver uma arma que espalhasse o pânico nos inimigos, mas o Exército nega qualquer intenção neste sentido, segundo a News Scientist.
Segundo o psiquiatra Simon Wessely, do Centro de Pesquisa Militar de Saúde do King's College, em Londres, e consultor de saúde para o Exército britânico, a idéia é cientificamente implausível.
Ele lembra que estudos anteriores mostram que, para o medo ser efetivo, o contexto é crucial. “Você pode gerar os sintomas físicos do medo, mas as pessoas não necessariamente vão se sentir apavoradas”, diz ele.

2 de set de 2010

freiras

Quando falamos sobre a emancipação da mulher na sociedade, logo reconhecemos tal fato como um fenômeno histórico recente. Podendo trabalhar, estudar, controlar sua vida sexual e o momento de ter filhos, as mulheres saíram do julgo masculino para enfrentar o mundo. Seguindo essa mesma linha de raciocínio, muitos contrapõem os séculos anteriores como sendo um período machista, onde as mulheres estavam reclusas e subordinadas.

Apesar da coerência de tais argumentos, não podemos esquecer que as mulheres de outros tempos buscavam alternativas para se livrarem do ambiente doméstico e da dominação patriarcal e marital. Na América de quatro séculos atrás, uma das melhores alternativas para se afugentar desse destino feminino (quase) absoluto era a dedicação à vida nos conventos.

Para muitos pode não ser a melhor solução, mas se transformando em freira, a mulher tinha liberdade para desenvolver dotes artísticos, aprendia a ler e poderia ter acesso à vasta literatura que era preservada nessas localidades. Com isso, de simples “senhoras do lar”, as freiras poderiam obter uma formação intelectual que, no contexto matrimonial, poderia ser facilmente interpretada como uma ameaça à autoridade do marido.

Além disso, segundo alguns registros, as freiras de alguns conventos possuíam escravas e se retiravam em aposentos luxuosos adornados com detalhes e quinquilharias feitas de prata e ouro. Essa situação só acabou perdendo espaço nos fins do século XVIII, quando os altos escalões da Igreja resolveram enrijecer os hábitos da vida monástica para que os abusos de poder e a luxúria se afastassem desses locais.
Por Rainer Sousa
Mestre em História

2 de ago de 2010

Anagrama

Anagrama

Anagrama

A origem do nome Alan Smithee a partir de "The alias men",'os homens-codinome".Um anagrama (do grego ana = "voltar" ou "repetir" + graphein = "escrever") é uma espécie de jogo de palavras, resultando do rearranjo das letras de uma palavra ou frase para produzir outras palavras, utilizando todas as letras originais exatamente uma vez. Um exemplo conhecido é o nome da personagem Iracema, claro anagrama de América, no romance de José de Alencar.

Anagramas são frequentemente expressos na forma de uma equação, com símbolos de igualdade (=) separando o objetivo original e o anagrama resultante. Ator = Rota é um exemplo de anagrama simples expresso desta forma. Em uma forma de anagramia mais avançada, sofisticada, o objetivo é ‘descobrir’ um resultado que tenha um significado linguístico que defina ou comente sobre o objetivo original de forma humorística ou irônica. Quando o objetivo e o anagrama resultante formam uma frase completa, um til (~) é comumente utilizado, ao invés de um sinal de igualdade; por exemplo: Semolina ~ Is no meal.
Ps:Só postei o tópico porque nos últimos dias surgiu mutos tópicos de "palavras ao contrário" que seriam [MS's], tirem vocês mesmos suas conclusões. (Eu me digo escritor e uso anagramas na maioria dos nomes de meus personagens).

Fonte:Wikipédia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Anagrama

29 de jul de 2010

Eniac - O primeiro computador eletrônico.

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http://www.youtube.com/watch?v=6X2B8Z_DCo0&feature=related

27 de jul de 2010

ABREVIATURAS/SIGLAS eletricidade

ABRADEE - Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica
ABRAVA - Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento.
AGEEL - Agência Estadual de Energia da Paraíba.
AGEAC - Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre.
AGEPAN - Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos do Mato Grosso do Sul.
AGER/MT - Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato de Grosso.
AGERBA - Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicação da Bahia.
AGERGS - Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul.
AGESP/ES - Agência Estadual de Serviços Públicos Espírito Santo.
AGR - Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos.
ANA - Agência Nacional de Águas.
ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica.
ANP - Agência Nacional do Petróleo
APE - Auto Produtor de Energia Elétrica.
APE-COM - Agência Reguladora de Serviços Autorizados a Comercializar a Produção Excedente.
ARCE - Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará.
ARCEP/MA - Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado do Maranhão.
ARCO - Agência Catarinense de Regulação e Controle Santa Catarina.
ARCON - Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará.
ARGEAC - Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Estado do Acre.
ARPE - Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Pernambuco.
ARSAL - Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Alagoas.
ARSAM - Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas
ARSEP/ RN - Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte.
ARSEP/ MA - Agência Reguladora de Serviços Públicos do Maranhão.
ARTINS - Agência de Serviços Públicos Delegados de Tocantins.
ASEP - Agência Estadual de Servços Públicos Concedidos Rio de Janeiro.
AWEA - American Wind Energy Association.
BEN - Balanço Energético Nacional.
BIG - Banco de Informações de Geração.
BP - British Petroleum
CBEE - Centro Brasileiro de Energia Eólica/UFPE
CCC - Conta de Consumo de Combustíveis.
CEA - Companhia de Eletricidade do Amapá
CEAL - Companhia Energética de Alagoas
CEAM - Companhia Energética do Amazonas
CEB - Companhia Energética de Brasília
CEEE - Companhia Estadual de Energia Elétrica
CELESC - Centrais Elétricas de Santa Catarina
CELG - Companhia Energética de Goiás
CELPA - Centrais Elétricas do Pará
CELPE - Companhia Energética de Pernambuco
CELTINS - Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins
CEMAR - Companhia Energética do Maranhão
CEMAT - Centrais Elétricas Matogrossenses
CEMIG - Companhia Energética de Minas Gerais
CENBIO - Centro Nacional de Referência em Biomassa/USP
CEPEL - Centro de Pesquisa de Energia Elétrica/Eletrobrás
CEPISA - Companhia Energética do Piauí
CER - Companhia Energética de Roraima
CERGAL - Cooperativa de Eletrificação Rural de Anita Garibaldi Ltda.
CERGAPA - Cooperativa de Eletrificação Rural de Grão Pará de Responsabilidade Ltda.
CERGEO - Cooperativa de Eletrificação Rural da Região Geoeconômica de Brasília Ltda.
CERGRAL - Cooperativa de Eletrificação Rural de Gravatal de Responsabilidade Ltda.
CERJ - Companhia de Eletricidade do Rio de Janeiro
CERON - Centrais Elétricas de Rondônia S/A
CERPA - Cooperativa de Eletrificação Rural de Palotina Ltda.
CERPCH - Centro de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas/EFEI
CERPECH - Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas.
CERVALE - Cooperativa de Eletrificação Rural do Vale do Jaguari Ltda.
CERVAM - Cooperativa de Energização e de Desenvolvimento Rural do Vale do Mogi Ltda.
CERVAP - Cooperativa de Eletrificação Rural do Vale do Paranaíba Ltda.
CERVAP - Cooperativa de Energia e Desenvolvimento Rural do Vale do Apodi Ltda.
CERVAR - Cooperativa de Eletrificação Rural do Vale do Rochedo Ltda.
CESP - Companhia Energética de São Paulo
CHESF - Companhia Hidroelétrica do São Francisco
CNPE - Conselho Nacional de Política Energética
COPEL - Companhia Paranaense de Energia
COSERN - Companhia Energética do Rio Grande do Norte
CPEE - Companhia Paulista de Energia Elétrica
CPFL - Companhia Paulista de Força e Luz
CPRM - Companhia de Pesquisa em Recursos Minerais
CRESESB - Centro de Referência para a Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito/CEPEL
CSPE - Comissão de Serviços Públicos de Energia do Estado de São Paulo.
DEC - Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora.
DIC - Duração de Interrupção por Unidade Consumidora.
DMIC - Duração Máxima de Interrupção por Unidade Consumidora.
DOE - Departamento Americano de Energia (Department of Energy)
EFEI - Escola Federal de Engenharia de Itajubá
EIA - Estudo de Impacto Ambiental.
ELETROACRE - Companhia de Eletricidade do Acre
ELETROBRÁS - Centrais Elétricas do Brasil S/A
ELETRONORTE - Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A
ELETROPAULO - Metropolitana Eletricidade de São Paulo S/A
EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia S/A
ENERGIPE - Empresa Energética de Sergipe S/A
ENERSUL - Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S/A
ESCELSA - Espírito Santo Centrais Elétricas S/A
FEC - Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora.
FIC - Freqüência de Interrupção por Unidade Consumidora.
FNDCT - Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
GE - General Electric Company
GEE - Gases de Efeito Estufa
GERASUL - Centrais Geradoras do Sul do Brasil S. A.
GPS - Global Positioning System
GREEN - Grupo de Estudos em Energia/PUC-MG
GTZ - Agência Alemã de Cooperação Técnica.
IASC - Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
IDH - Índice de Desenvolvimento Humano
IEA - Agência Internacional de Energia (International Energy Agency)
IEE - Instituto de Eletrotécnica e Energia/USP
INB - Indústrias Nucleares Brasileiras
INMET - Instituto Nacional de Meteorologia
INPE - Instituto Nacional de Pesquisa Espacial
IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
LABSOLAR - Laboratório de Energia Solar/UFSC
MAE - Mercado Atacadista de Energia Elétrica
MME - Ministério de Minas e Energia
NIPE - Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético/Unicamp
NREL - National Renewable Energy Laboratory/DOE
OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico
P& D - Pesquisa e Desenvolvimento.
PCH - Pequena Central Hidrelétrica
PIE - Produtor Independente de Energia Elétrica
PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios/IBGE
PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica/Eletrobrás
PRODEEM - Programa de Desenvolvimento Energético de Estados e Municípios/MME
PROINFA - Programa de Incentivo as Fontes Alternativas de Energia Elétrica.
PUC - Pontifícia Universidade Católica
RIMA - Relatório de Impacto Ambiental.
ROL - Receita Operacional Líquida.
SAELPA - S/A de Eletrificação da Paraíba
SIG - Sistema de Informações Geográficas
SIN - Sistema Interligado Nacional.
SP - Serviço Público de Energia Elétrica.
UF - Unidade da Federação.
UFPE - Universidade Federal de Pernambuco
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina
UHE - Usina Hidrelétrica
UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
USP - Universidade de São Paulo.
UTE - Usina Termoelétrica.

Unidades de Medida
cal - caloria
J - joule
W - Watt
Wh - Watt-hora
k - kilo (10³)
M - mega (106)
G - giga (109)
T - tera (1012)
P - peta (1015)
E - exa (1018)
tEP - tonelada Equivalente de Petróleo
Wp - watt pico
http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/Atlas/sumario/siglas.htm

7 de jul de 2010

$500 Laser Lighter Giveaway! WOW!

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http://www.youtube.com/watch?v=wHgBVXBqUms&feature=topvideos

22 de abr de 2010

Rotulado Tabela Periódica dos elementos com nomes

A tabela periódica nada mais é que uma disposição sistemática dos elementos químicos, em forma de tabela. Este crédito para esta invenção vai para o cientista russo chamado, Dmitri Mendeleev. Desde sua invenção, a tabela periódica tem sofrido várias alterações. A tabela periódica é considerada uma das mais importantes referências, em estudos relacionados à química. É constituída por todos os elementos químicos conhecidos até agora. Antes de passar à rotulados tabela periódica dos elementos com os nomes, vamos saber mais sobre as características da tabela periódica.
(buzzle)
Tabela Periódica
Como discutido anteriormente, a tabela periódica é um arranjo tabular de todos os conhecidos elementos químicos. Os elementos são organizados da esquerda para a direita, com o aumento do número atômico. Número atômico e massa atômica são dois grandes propriedades de qualquer elemento químico. O número atômico de um elemento é o número de prótons presentes no núcleo do átomo do elemento respectivo, enquanto a massa atômica é a soma da massa do próton, massa do elétron e massa de nêutrons de um átomo do elemento respectivo. O número atômico é exclusivo para cada elemento. O símbolo atômico é a abreviação do elemento químico em forma de uma ou duas letras. Muitos dos símbolos atômicos são encurtados nomes latinos dos elementos químicos. Períodos e grupos são duas características importantes da tabela periódica. As linhas horizontais da tabela periódica são denominadas períodos, enquanto as colunas verticais são denominadas grupos. Grupos e períodos de dois métodos mais importantes de classificar os elementos na tabela periódica. Os elementos presentes na tabela periódica são classificadas em diferentes grupos, dependendo de suas propriedades químicas e físicas. Eles são, metalóides, metais alcalinos, metais alcalino-terrosos, metais de transição, outros elementos, não-metais, halogênios, gases nobres e elementos terras raras. Em muitos dos grupos, os elementos membros têm propriedades semelhantes. Vamos nos entender sobre cada um destes elementos se os grupos da tabela periódica.

Metalóides: Os elementos que entram no grupo metalóides, ter as propriedades de ambos os metais e não-metais. Boro, silício, germânio, arsênio, antimônio, telúrio e polônio são elementos que são conhecidos como Metalóides. Estes elementos são colocados no grupo 13, 14, 15 e 16.

Metais alcalinos: Metais alcalinos são colocados em primeiro grupo da tabela periódica e consistem de elementos lítio, sódio, potássio, rubídio, césio, frâncio. Todos estes elementos são altamente reativos e não ocorrem livremente na natureza.

Terra metais alcalinos: Terra metais alcalinos são colocados no segundo grupo da tabela periódica e são encontradas na crosta da Terra. Mesmo que estes metais não ocorrem livremente na natureza. Berílio, magnésio cálcio, estrôncio, bário e rádio são a SIC, os elementos que pertencem a esta categoria.

Metais de Transição: Todos os elementos que são colocados em grupos de 3-12 são de transição metais. Ductilidade, maleabilidade e condutividade de eletricidade, são algumas das propriedades básicas desses elementos. Cromo, cobre, níquel, mercúrio, ouro e prata são alguns dos metais, que pertencem a este grupo.

Elementos Rare Earth: elementos da terra rara estão localizados no 3 º, 6 º e 7 º períodos da tabela periódica. A maioria dos elementos que pertencem a esse grupo são sintéticos ou sintéticos. Lantanídeos e actinídeos série juntos, formam os elementos terras raras. Cério, Cúrio, európio, urânio, etc são alguns dos elementos terras raras.

Não-metálicos: Hidrogênio, carbono, nitrogênio, oxigênio, fósforo, enxofre e selênio são sete não-metais situados no grupo, 14 15 e 16 da tabela periódica. Esses elementos são muito frágeis e não facilmente conduzir a eletricidade.

Gases Nobres: Gases nobres estão localizadas no grupo 18 da tabela periódica. Hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio e radônio são sic gases nobres, encontrados na tabela periódica.

Dada a seguir é uma tabela periódica dos elementos etiquetados com os nomes e número atômico. Mantenha o mouse sobre cada símbolo atômico de saber o nome do elemento químico.
Tabela Periódica dos Elementos


bloco S- Elementos de Transição
d bloco
bloco de p- Nobel
Elemento
Grupo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
1 1
H
1.0079

1
Ele
4.0026
2 3
Li
6.941
4
Ser
9.0122

5
B
10.811
6
C
12.011
7
N
14.007
8
O
15.999
9
F
18.998
10
Ne
20.180
3 11
Na
22.990
12
Mg
24.305

13
Al
26.982
14
Si
28.086
15
P
30.974
16
S
32.066
17
Cl
35.453
18
Ar
39.948
4 19
K
39.098
20
Ca
40.078
21
Sc
44.956
22
Ti
47.867
23
V
50.942
24
Cr
51.996
25
Mn
54.938
26
Fe
55.845
27
Co
58.933
28
Ni
58.693
29
Cu
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Zn
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31
Ga
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Ge
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33
Como
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34
Se
78.96
35
Br
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36
Kr
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5 37
Rb
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Sr
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39
Y
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40
Zr
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Nb
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Mo
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43
Tc
(98)
44
Ru
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45
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46
Pd
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47
Ag
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48
CD
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Hg
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Tl
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82
Pb
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83
Bi
208.98
84
Po
(209)
85
Em
(210)
86
Rn
(222)
7 87
Fr
(223)
88
Ra
(226)
89 -103
Ac-Lr
104
104
Rf
(261)
105
Db
(262)
106
Sg
(266)
107
Bh
(264)
108
Hs
(277)
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Mt
(268)
110
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(281)
111
Rg
(272)
Lantanídeos 57
La
138.91
58
Ce
140.12
59
Pr
140.91
60
Nd
144.24
61
Pm
(145)
62
Sm
150.36
63
Eu
151.96
64
Gd
157.25
65
Tuberculose
158.93
66
Dy
162.50
67
Ho
164.93
68
Er
167.26
69
Tm
168.93
70
Yb
173.04
71
Lu
174.97
Actinídeos 89
CA
(227)
90
Th
232.04
91
Pa
231.04
92
U
238.03
93
Np
(237)
94
Pu
(244)
95
Sou
(243)
96
Cm
(247)
97
Bk
(247)
98
Cf.
(251)
99
Es
(252)
100
Fm
(257)
101
Md
(258)
102
Não
(259)
103
Lr
(262)


Chave para Labeled Tabela Periódica elementos com nomes


Metais alcalinos
Terra metais alcalinos
Lanthinides
Actinídeos
Metais de Transição
Pobre Metais
Outros metais
Gases Nobel

Programação Remote Keyless

Um sistema keyless remoto é um sistema fabricado pela AB Makkar, um engenheiro mecânico para remotamente permitir ou negar acesso a qualquer coisa, desde terras, construção, automóveis, etc comumente utilizados em automóveis, este sistema funciona realizando todas as funções básicas de uma chave de carro típico, sem qualquer contato físico com o carro, Como o bloqueio / desbloqueio das travas da porta do poder remotamente, mesmo se você estiver com vários pés de fora ou dentro de um edifício, ou ligar / desligar etc das luzes interiores Antes de passar à programação remoto keyless, vamos primeiro tentar entender como um controle remoto funciona o sistema keyless.

Como funciona um sistema Remote Keyless?

As funções de um sistema remoto keyless estão presentes principalmente em um chaveiro ou construídos para segurar a chave de ignição. Os botões da FOB são usados para travar e destravar as portas, ou para apoiar outros carros utilitários como abrir / fechar a bagageira traseira, janelas, etc O sistema funciona por transmissão de ondas de rádio em uma freqüência específica, que varia dependendo do país ele é usado dentro Por exemplo, a maioria dos sistemas de controle remoto keyless na América do Norte e Japão operam em 315 MHz, enquanto na Europa o trabalho destes sistemas em 433,92 MHz de freqüência. No entanto, hoje em dia previamente remoto keyless sistemas utilizam criptografia para manter os ladrões de carro a partir de interceptação e falsificação de sinal. Para indicar se o veículo é bloqueado ou desbloqueado há alguns discreta criação de lâmpadas pisca-pisca do veículo ou outros sons característicos que a buzina ou corneta em si que às vezes chirps duas vezes para indicar que o carro foi desbloqueado, e silvos uma vez para sinalizar o carro foi bloqueado.

Como programar a entrada keyless remota?

O chaveiro emite uma frequência rádio particular com um código de identificação atribuído, distinto digital que é identificado pelo computador do carro. Assim, a programação keyless remota, mas não é nada de programação no computador do carro, e não a própria FOB. No entanto, aqui estão as instruções de programação entrada keyless remota a seguir:
  • Toma todos os controles remotos ou chaveiros do veículo em mãos e garantir que todas as portas, janelas, etc, são fechados durante a programação.
  • Embora você só precisa de um controle remoto para entrar no modo de programa, todos os controles remotos devem ser programadas, ao mesmo tempo.
  • Sente-se no carro e girar a chave para a posição 'on' para que as luzes do painel acendem e, em seguida, dentro de 5 segundos, pressione o botão da trava no controle remoto por um segundo ou assim e, em seguida, solte o botão.
  • Gire a chave para a posição 'off' e, novamente, repita o passo acima, pelo menos, 3 - 4 vezes, dentro de 5 segundos da etapa anterior.
  • Quando você gira a chave para a posição 'on', pela quarta vez, pressione o botão da trava no controle remoto, os bloqueios vão fazer um som de ciclismo, mas será destravar a este ponto. Agora o sistema está no modo de programação e garantir que você não virar a chave 'off' posição.
  • Após entrar no modo de programação, dentro de 5 segundos, pressione o botão da trava no controle remoto por um segundo ou assim e depois solte. A etapa deve ser concluída dentro de 10 segundos, e sempre que um botão do controle remoto é pressionado, o bloqueio deverá ocorrer em seqüências de repetição.
  • Finalmente desligar a ignição completamente, remova a chave, saia do carro e fechou a porta. O controle remoto keyless está programado e deve funcionar.
Assim, keyless remotos permitem que você digite o seu carro sem atrapalhar a chave que não é apenas conveniente, mas também importante do segurança do carro ponto de vista. Bem, isso era tudo sobre sistemas keyless remota e programação remota sem chave. Espero que as instruções dadas na programação remoto keyless ajuda você a programar seu controle remoto keyless esforço.

15 de abr de 2010

energia alternativa

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Disallow:. O que é energia alternativa?
A energia tem sido através da historia a base do desenvolvimento das civilizações. Nos dias atuais são cada vez maiores as necessidades energéticas para a produção de alimentos, bens de consumo, bens de serviço e de produção, lazer e para promover os desenvolvimentos econômicos, sociais e culturais. É assim, evidente a importância da energia não só no contexto das grandes nações industrializadas, mas principalmente naquelas em via de desenvolvimento, cujas necessidades energéticas são ainda mais dramáticas e prementes.
A estagnação das fontes convencionais é promovida de certa forma pela saturação de produção energética das hidroelétricas, ocasionadas a principio pelo movimento migratório; (êxodo rural), a ligação na maioria dos casos de redes clandestinas de energia, sobrecarregando dessa forma as linhas de distribuição e transformadores, gerando os não muito agradáveis "blecautes".
O termo fonte alternativa de energia não deriva apenas de uma alternativa eficiente, ele é sinônimo de uma energia limpa, pura, não poluente, a principio inesgotável e que pode ser encontrada e utilizada em qualquer lugar, pela grande variedade dos tipos de energia.
2. Energia Solar
A energia solar é a energia eletromagnética proveniente do sol, o total de energia solar, esta incide na superfície da terra, no período de 1 ano, é superior a 10.000 vezes o consumo anual de energia bruta da humanidade. A energia solar pode ser captada por coletores solares, estes armazenam o calor pelo aquecimento de fluídos (líquidos ou gasosos), e depois usa-se o calor gerado para produzir energia, sendo assim, nada descartado, pois o fluído não necessita ser substituído.
A expectativa é que esta forma de geração de energia elétrica atinja níveis comparáveis ao consumo mundial em torno do ano 2010. Os sistemas são bastante duráveis e precisam de pouca manutenção. Os módulos fotovoltaicos normalmente têm garantia de 20 anos e vida útil estimada em 30 anos. Os dispositivos eletrônicos (inversor, controlador de carga) têm vida útil superior a 10 anos. As baterias são consideradas o ponto fraco do sistema, mas quando este é bem projetado as baterias têm vida útil de 4 a 5 anos (baterias de excelente qualidade poderão durar 7 anos).
As necessidades de manutenção são mínimas: os módulos fotovoltaicos são normalmente mantidos limpos pela ocorrência natural de chuva, mas em locais de muito pouca pluviosidade podem necessitar de limpeza periódica; as baterias necessitam de reposição periódica (6 meses em média) de água destilada.
Em localidades remotas, que não contam com o fornecimento de energia elétrica através do sistema convencional ou em locais de difícil acesso à rede de energia, sistemas fotovoltaicos isolados podem ser utilizados. Nesta situação, a energia gerada pelos painéis deve ser parcialmente armazenada em bancos de baterias. A idéia aqui é que o excesso de energia elétrica gerada durante períodos de elevada irradiação solar ou de baixo consumo seja armazenada para utilização em períodos de baixa irradiação e durante a noite.
Para obter energia elétrica a partir do sol de forma indireta, constroem-se usinas em áreas de grande insolação (áreas desérticas, por exemplo), onde são instaladas centenas de espelhos côncavos (coletores solares) direcionados para um determinado local, que pode ser uma tubulação de aço inoxidável ou um compartimento contendo simplesmente ar, para gerar grande quantidade de calor, tendo assim um processo mais eficiente de geração de energia a partir do sol.
Nestes locais utilizam-se muito os painéis termo-receptores (possuem tubulação de metal sendo percorrida por água) para aquecimento doméstico da água, pois não necessita de energia e é um processo muito simples de montar. Também alguns protótipos de carros movidos à energia solar já rodam no Japão, na Alemanha e nos Estados Unidos, mas somente como experimentos a serem aperfeiçoados.
O Brasil se situa em segundo lugar, a nível mundial, quanto à energia solar incidente, e o Brasil foi o primeiro país do Terceiro Mundo a fabricar comercialmente a células fotovoltaicas, a partir do silício monocristalino, não se limitando à simples montagem dos painéis solares, evitando, assim, gastos com transporte e negociações de preço com países desenvolvidos. Para facilitar a disseminação dessa tecnologia no país, houve uma implantação de sistemas fotovoltaicos para gerar a energia necessária a estações de telecomunicações situadas em lugares remotos. Isto despertou o interesse de implantação de projetos análogos para o abastecimento de postos de saúde no Estado do Tocantins, e para a experimentação de centrais Elétrico-solares integradas pela CHESF (empresa de âmbito regional da Eletrobrás) e outras concessionárias do Nordeste.

3. Energia Eólica

-- País Potência Instalada (MW)
01 Japão
205,3
02 EUA
117,3
03 Alemanha
89,5
04 Austrália
25,3
05 Itália
18,5
06 Suíça
13,4
07 México
12,9
08 Holanda
9,2
09 França
9,1
10 Espanha
9,1
A energia eólica é a energia cinética do ar em movimento (ventos), e é medida através de sensores de velocidade e direção do vento, denominados anemômetros, e captada através de turbinas eólicas.
De uma forma geral, grande parte do litoral brasileiro, em particular o da região Nordeste, apresenta velocidades de vento propícias ao aproveitamento da energia eólica em larga escala. No interior do país, em áreas montanhosas também se encontram diversos sítios propícios. A região Norte é a menos favorecida em relação à energia eólica.
Na prática, verifica-se que o recurso eólico apresenta variações temporais em várias ordens de grandeza como variações anuais (em função de alterações climáticas), variações sazonais (em função das diferentes estações do ano) e variações diárias (causadas pelo micro clima local), entre outras.
Aerogeradores, turbinas eólicas, geradores eólicos, máquinas eólicas e cata-ventos são os diversos nomes utilizados para as máquinas capazes de transformar a energia cinética dos ventos em energia mecânica ou em energia elétrica. O princípio de funcionamento baseia-se na conversão da energia cinética, que é resultante do movimento de rotação causado pela incidência do vento nas pás da máquina eólica. A energia eólica representa, hoje, o menor custo, entre todas as formas de geração de eletricidade e que seus custos encontram-se ainda em declínio.
A energia eólica, como energia cinética contida nas massas de ar, é proporcional ao quadrado da velocidade de vento, como não se possui intrinsecamente um meio de armazenar a energia cinética dos ventos, os sistemas eólicos agregam formas de estocagem da energia na sua forma de eletricidade, utilizando baterias de acumuladores (em sistemas de pequeno e médio porte) ou interligando-se com o sistema de energia elétrica convencional, em sistemas de grande porte.
3.1. Tipos de turbinas
Turbina eólica (três hélices): São as mais utilizadas, trata-se de um sistema com grandes palhetas auto-ajustáveis de acordo com a posição e velocidade do vento, composta de um gerador interno e um sistema de frenagem o qual controla a velocidade para que esta não venha a danificar o equipamento. Possuem modelos de geração de 1kw/10m até 500kw/50m de altura. São ótimas para médios e grandes sistemas de geração.
Turbina Darrileus: Sistemas formados por duas ou três lâminas torcidas em forma de arco, colocadas na vertical, ligando a base ao topo da turbina, e giram em torno do seu próprio eixo. São comuns em regiões da Europa.
Turbina Sarvonius: São no formato de duas conchas colocadas de lado uma da outra em posição contraria, e ligadas onde se encontram num eixo vertical, interligado em dois mancais rotativos. Também de pouco uso, mais utilizada em pequenos sistemas de medição anemográfica.
4. Biomassa
4.1. Biogás
O biodigestor é um sistema utilizado para a produção de gás natural (Metano - CH4), através de um processo anaeróbico na degradação de polímeros orgânicos derivados de matéria biodegradável, resíduos alimentícios, esgoto, substrato da cana-de-açúcar, vinhaça, esterco orgânico e demais materiais biodegradáveis. Em países europeus e asiáticos, por exemplo, desenvolve-se a técnica da produção de biogás na eliminação de resíduos de esgoto.
O sistema consiste de um Biodigestor, equipamento este feito em alvenaria e localizado a alguns metros abaixo da terra, possui uma câmpula por onde sai o gás, uma entrada de material e uma saída de emergentes, que na verdade é adubo químico de ótima qualidade. O gás produzido tem suas aplicações na iluminação, uso em fogões, geladeiras e motores de ciclo-otto.
Em geral elas são energias "limpas", isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, até podem contribuir para eliminar parte da poluição devido ao uso produtivo que fazem de detritos.
4.2. Álcool
O álcool pode ser produzido a partir de várias plantas, tais como cana-de-açúcar, beterraba, cevada, batata, mandioca, girassol, eucalipto, etc. Como fonte de energia, pode ser utilizado para movimentar motores de veículos (álcool etílico: cana-de-açúcar; ou metanol: eucalipto) ou para produzir energia elétrica a partir da queima desse produto.
Como combustível para automóveis, o álcool tem a vantagem de ser uma fonte renovável e menos poluidora que a gasolina, além de no caso brasileiro, ter possibilitado o desenvolvimento de uma tecnologia 100% nacional. Apesar disso, a produção de álcool não supre a necessidade total de combustível dos veículos automotores.
4.3. Lenha e carvão vegetal
Sua importância diminuiu muito nos países industrializados em virtude de seu baixo poder calorífico e da devastação que causa nas florestas, entretanto, a lenha ainda tem sido utilizada na indústria, em substituição a derivados de petróleo como o óleo combustível, através do aperfeiçoamento da tecnologia de gaseificação da madeira. O carvão vegetal é obtido pela queima de madeira a uma temperatura superior a 400°C, deixando como resíduo um carvão que mantém a forma e a estrutura da madeira, e é constituído quase inteiramente de carbono.
O Brasil é o maior produtor e consumidor de carvão vegetal do mundo, sendo que 70% do carvão vegetal utilizado provém de árvores do cerrado, o que provoca um grande desmatamento. Apenas 30% é obtido por meio do cultivo de eucalipto.
Uma solução barata, e que pode trazer muitos benefícios do ponto de vista ecológico, é a produção de capim-elefante para uso de carvão vegetal, tendo como "fertilizante", na plantação do capim, o esgoto que soluciona um problema ambiental: a poluição dos rios e mares pelo esgoto. Em termos de fibra seca, que é o que interessa para o carvão, a produtividade do capim é muito maior que a da árvore.
4.4. Óleos Vegetais
Extraídos da mamona, do babaçu, do dendê, da soja, do algodão, do girassol e do amendoim, os óleos vegetais constituem uma importante opção estratégica para a redução das importações de petróleo e óleo diesel do país. Hoje esta alternativa não é economicamente viável, devido a seus custos elevados frente ao preço atual do petróleo, com uma produção nacional de escala reduzida, exigindo até mesmo importações sazonais de óleos vegetais para o atendimento de mercados domésticos mais rentáveis.
O óleo vegatal, trata-se de uma opção de interesse estratégico, pois o óleo diesel, único derivado de petróleo sem substituto nacional adequado, é também o mais consumido no país, determinando o alto nível de importações de petróleo, além de ser importado diretamente do exterior, com chances de acidentes no transporte, e mais poluição nos mares, além da emissão de poluentes do navio.
A tecnologia ainda não está bem desenvolvida, e algumas instituições como o CETEC (Centro Tecnológico de Minas Gerais), efetuou, com sucesso, ensaios de emprego de óleos vegetais em motores comprovando a viabilidade tecnológica de seu uso para fins anergéticos.
5. Energia Nuclear
A fissão nuclear é feita através do bombardeamento dos átomos de urânio ou tório - matéria-prima altamente radioativa - por nêutrons, os núcleos dos átomos de urânio fragmentam-se, liberando enorme quantidade de energia. Os nêutrons dos átomos fragmentados, por sua vez, vão bombardear outros átomos, que também se quebram, e assim sucessivamente, numa reação em cadeia. Nas usinas atômicas, a fissão nuclear é provocada sob controle no reator atômico. A energia liberada na fissão produz calor, que vai aquecer uma certa quantidade de água, transformando-a em vapor; a pressão do vapor faz girar uma turbina, que aciona um gerador; este converte a energia mecânica proveniente da turbina em energia elétrica.
Atualmente os países desenvolvidos e também subdesenvolvidos industrializados ou em fase de industrialização investem maciçamente no desenvolvimento e no aprimoramento da tecnologia nuclear.
Os problemas de ordem econômica são que estas possuem, em média, uma duração de apenas 25 anos. Assim, considerando os elevados custos de sua instalação, do desenvolvimento de tecnologia e a pequena quantidade de energia que produzem pode-se questionar se elas são de fato uma boa alternativa energética.
Por conter elevada quantidade de radiação, o lixo atômico (resíduos que ficam no reator, local onde ocorre à queima do urânio para a fissão do átomo) tem que ser armazenado em recipientes metálicos protegidos por caixas de concreto, que posteriormente são lançados ao mar. A radiatividade aí permanece por milhares de anos.
Os acidentes são devidos à liberação de material radioativo de dentro do reator, ocasionado a contaminação do meio ambiente, provocando doenças, como o câncer. Isso não só das áreas próximas à usina, mas também de áreas distantes, pois ventos e nuvens radioativas carregam parte da radiação para áreas situadas a centenas de quilômetro de distância.
No final da década de 60, o governo brasileiro começou a definir o programa nuclear brasileiro, destinado a implantar no país a energia nuclear com o argumento de que por volta do ano 2000 começaria a faltar energia elétrica no país, devido ao esgotamento do potencial hidrelétrico. Em 1974 foi criada a Nucleobrás (Empresas Nucleares Brasileiras S.A.) que ficou responsável pela execução de usinas nucleares.
A usina Angra I, com uma potência de 626MW, começou a funcionar em 1981, mas em seguida foi paralisada por defeitos técnicos. Apenas no final de 1983 é que começou a funcionar, em forma de testes, e seu custo, que havia sido orçado em 300 milhões de dólares, já havia subido para 1,2 bilhão no final de 1983. Além das usinas de Angra II e Angra III, também localizadas na cidade de Angra dos Reis, ainda seriam instaladas duas usinas no litoral de São Paulo, entre Peruíbe e Iguape.
6. Energia do Hidrogênio
Pode ser obtido de diversas fontes energéticas (petróleo, gás natural, eletricidade, energia solar) e sua combustão é não poluente, o produto da combustão é água em forma de vapor d'água, não aparecendo gás carbônico ou o venenoso monóxido de carbono, além de ser uma fonte de energia barata.
Existem vários protótipos de carros nos países desenvolvidos que são movidos a hidrogênio, que gera eletricidade, e descarregam, como água em seus escapamentos. O Laboratório Nacional de Hidrogênio na UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas), pesquisou e desenvolveu tecnologicamente a produção, transporte, armazenamento e combustão do hidrogênio.
7. Energia Geotérmica
Energia geotérmica é o calor proveniente do interior do planeta. A principal vantagem deste tipo de energia é a escala de exploração, que pode ser adequada às necessidades, permitindo o seu desenvolvimento em etapas. Uma vez concluída a instalação, os seus custos de operação são baixos.
Já existem algumas dessas centrais encravadas em zonas de vulcanismo, onde a água quente e o vapor afloram à superfície ou se encontram em pequena profundidade. O calor das rochas subterrâneas que ficam próximas a vulcões já supre uma boa porcentagem, chegando a 30%, da energia elétrica consumida nas proximidades do "cinturão de fogo" do Pacífico (área onde ocorre o encontro de placas tectônicas e os terremotos e vulcões são freqüentes).
Alguns outros países, como a Islândia e a Nova Zelândia, aproveitam a energia geotérmica nas áreas onde surgem os gêiseres (normalmente áreas de vulcanismo moderno), que são fontes de água quente (com temperaturas às vezes superiores a 100 ºC): a água, ou o vapor de água, é expelida verticalmente e de forma intermitente, com intervalos que podem variar de horas até semanas.
8. Energia das Marés
Sistema de Maré-motriz é um sistema de geração de energia elétrica no qual se utiliza o movimento de fluxo das marés, que são uma conseqüência da atração que a lua e o sol exercem sobre a terra, para movimentar uma comporta, que está diretamente ligada a um sistema de conversão, proporcionando assim a geração de eletricidade. As marés servem para gerar eletricidade que é obtida a partir do movimento regular, a cada 12 horas de elevação (fluxo) e abaixamento (refluxo) do nível do mar.
Sistema de energia das ondas emprega um conjunto de bóias distantes uns poucos quilômetros da costa, em que se transforma o movimento superficial do mar em eletricidade, através de um tipo de equipamento que entra em contato com o fundo do mar. Calculou-se uma potência de 120 mil MW para a costa ocidental da Grã-Bretanha, mais que o atual consumo elétrico britânico. Não se indica prejuízos ambientais causados por tais instalações
9. Energia Mineral
9.1. Carvão Mineral
O carvão é bastante utilizado tanto para gerar energia elétrica em usinas termelétricas, também como matéria-prima para produzir aço nas siderúrgicas e obtenção do gás de uso doméstico.
O carvão mineral aparece em terrenos sedimentares, especialmente nos dos períodos Carbonífero e Permiano, da era Paleozóica. Existem diferentes tipos de carvão, os que têm maior porcentagem de carbono possuem melhor qualidade como fonte de energia. A turfa é que possui menor teor de carbono; a seguir vem a linhita, depois a hulha, que é o tipo mais abundante e mais consumido no mundo (por volta de 80% do total), e por fim o antracito, o mais puro (95% de carbono).
Calcula-se que as reservas mundiais sejam suficientes para mais de cem anos de consumo, contando com um aumento da procura em torno de 5% ao ano (porcentagem alta e pouco provável). Os recursos mundiais de carvão situam-se provavelmente entre 8 e 10 trilhões de toneladas. Grande parte desse minério estende-se em camadas finas ou profundas demais para serem exploradas.
9.2. Gás Natural
O gás natural é um hidrocarboneto encontrado associado ao petróleo e é constituído principalmente de metano, podendo conter etano. Ele oferece algumas vantagens em relação ao petróleo: é menos poluente, as reservas conhecidas podem durar cerca de 60 anos e estão distribuídas em diversos continentes. Além disso, o custo de geração de energia elétrica, utilizando-se o gás natural, é bem menor em relação a outras fontes.
9.3. Xisto Betuminoso
Denominam-se xisto betuminoso ou pirobetuminoso (piro = fogo) determinadas rochas ricas em betume. O nome pirobetuminoso provém do fato de sua obtenção resultar do aquecimento e separação da rocha, com o objetivo de isolar o betume. O aproveitamento econômico do xisto betuminoso consiste em separar o betume da rocha e produzir a partir dele petróleo sintetizado.
O Brasil possui grandes reservas de xisto pirobetuminoso, localizadas principalmente na formação Irati, área de terrenos sedimentares do período Permiano. As maiores concentrações desse minério estão no município de São Mateus do Sul (PR), onde foi instalada uma usina para processar o xisto. Mas existem inúmeras dificuldades técnicas e ocorrências de poluição a serem superadas.
A composição do xisto brasileiro é variável e, normalmente, o teor de óleo na rocha é inferior a 10%. Assim, cerca de 80 a 90% desse material teria de ser jogado fora após passar pelo aquecimento e separação do betume. Além do mais, o xisto contém de 2 a 3% de sulfeto de ferro, que dá origem a produtos gasosos poluentes, com posterior dissolução e produção de ácidos pelas águas das chuvas - a denominada "chuva ácida" -, pode causar grandes transtornos aos solos agrícolas da região.
10. Breve Histórico da Energia no Brasil
Ä 1883: cidade de Campos (RJ): primeira cidade do Brasil e da América do Sul a receber iluminação pública elétrica, através de uma Termelétrica acionadora de três dínamos com potência de 52KW, fornecendo energia para 39 lâmpadas de 2000 velas cada;
Ä 1889: Juiz de Fora (MG): no rio Paraibuna, a primeira usina Hidroelétrica para serviço de utilidade pública. Além de abastecer Juiz de Fora, fornecia eletricidade para uma fábrica de tecidos;
Ä 1889 E.D.: Exploração do potencial hidroelétrico;
Ä 1892: Utilização de pequeno potencial hidroelétrico em Ribeirão do inferno, afluente do rio Jequitinhonha em Diamantina (MG) fornecendo eletricidade para a mineração;
Ä Década de 70 (1970 E.D.): estudo de fontes alternativas de energia em decorrência da crise do petróleo (guerras entre Irã e Iraque);
Ä 1975: PROALCOOL (Programa Nacional do Álcool);
Ä 1976: Instalação de um biodigestor na granja do Torto, em Brasília;
Ä 1994/1995 - Projeto ELDORADO e PRODEEM (programa de desenvolvimento energético de estados e municípios).
Bibliografia
Ä Januzzi, G.M., Swisher, J. Planejamento Integrado de Recursos Energéticos: Meio Ambiente, Conservação de Energia e Fontes Renováveis. Campinas. Autores Associados. 1997
Ä São Paulo. Secretaria de Economia e Planejamento. Seminário Alternativas de Desenvolvimento: Energia Solar. São Paulo. Sep. 1976
Ä Cometta, E. Energia Solar: Utilização e Empregos Práticos. Trad. Lima, N. P. São Paulo: Hemus. 1978
Ä Ometto, J. G. S. Álcool, Energia da Biomassa: Aspectos Tecnológicos e Econômicos da Produção. São Carlos: Escola de Engenharia de São Carlos, USP. 1993
Ä Myers III, D. O Debate Sobre Energia Nuclear: Questões Morais, Econômicas, Técnicas e Políticas. Trad. Cajado, O. M. São Paulo: Cultrix. 1980]
Ä Simpósio Nacional de Energia, Rio de Janeiro, 24/25 de Outubro, 1977. Energia Tecnologia e Desnvolvimento: Energia Elétrica e Nuclear. Petrópolis: Vozes 1978
Ä Redoschi, D. A. O Setor Elétrico no Brasil: Situação Atual e Perspectivas. São Paulo: FIESP/CIESP. 1987
Ä Couture, J. Energia: Perspectivas Globais: 1985 - 2000. Trad. Prado, L. C. São Paulo: CESP. 1979
Ä Centro da Memória da Eletricidade no Brasil. Panorama do Setor de Energia Elétrica no Brasil. Rio de Janeiro: Centro de Memória da Eletricidade no Brasil. 1988
Ä Vários Autores. Energia no Brasil. Cood. Goldemberg, J. São Paulo: Academia de Ciências do Estado de São Paulo. 1976
Ä Oliveira, R. J. A., Telles, R. V., Barbosa, V. A. M. http://www.terravista.pt/enseada/4804/principal.htm. Goiás: UFG.
Fonte: www.cenedcursos.com.br

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