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22 de ago de 2012

SB Viagens

SB Viagens! A única operadora de viagens a trabalhar exclusivamente com roteiros de festas ao redor do mundo! Tivemos o cuidado de aliar todos os serviços turísticos, com a logística dos principais eventos ao redor do planeta.
Pensou em passar uma temporada em Cancun para curtir o Spring Break? Ou ir até Munique para aproveitar a Oktoberfest original? Ou quem sabe participar do navio temático mais completo do Brasil – o “Summer Break”- com os melhores DJs e um grande show a bordo exclusivo?
Se pensou em alguma dessas possibilidades ou em qualquer outra diversão, Pensou SB Viagens!
SB Viagens – Sua Viagem começa aqui!Um forte abraço e até a próxima viagem!

Conheça Também:

20 de jun de 2012

KPSS

Em econometria , Kwiatkowski-Phillips-Schmidt-Shin (KPSS) testes são usados ​​para testar uma hipótese nula que um observável série temporal é estacionária em torno de uma tendência determinística. Tais modelos foram propostos em 1982 por Alok Bhargava em seu Ph.D. tese em que várias John von Neumann ou Durbin-Watson tipo testes de amostras finitas para raízes unitárias foram desenvolvidos (ver Bhargava, 1986). Mais tarde, Denis Kwiatkowski, Peter CB Phillips, Peter Schmidt e Yongcheol Shin (1992) propôs um teste da hipótese nula de que uma série observável é tendência estacionária (estacionário em torno de uma tendência determinística). A série é expressa como a soma de tendência determinística, passeio aleatório, e erro estacionário, eo teste é o teste de multiplicador de Lagrange da hipótese de que o passeio aleatório tem zero de variância. Ensaios de tipo KPSS se destinam a complementar os testes de raiz unitária , como os testes de Dickey-Fuller . Ao testar a hipótese de ambos raiz unitária ea hipótese estacionaridade, pode-se distinguir série que parecem estar série, estacionário que parecem ter uma raiz unitária, e uma série para os quais os dados (ou os testes) não são suficientemente informativo para ter a certeza se eles são estacionários ou integrada.

15 de jun de 2012

robo ed

Meu nome é Ed.O pessoal costuma dizer que ED significa Energia e Desenvolvimento. Tudo a ver comigo...

Venho de um planeta que gira ao redor da estrela Vega.
Vista da Terra, Vega é a quinta estrela mais brilhante do céu. É a principal estrela da constelação de Lira, a sua alfa. Lira é uma constelação pequena, um paralelogramo que lembra uma cítara. Segundo os gregos antigos, surgiu quando Zeus jogou aos céus a Lira que Orfeu tocava.

A estrela Vega fica a 25 anos-luz da Terra. Meio longe: viajando na velocidade da luz, a viagem da Terra a Vega demoraria 25 anos.

Fui fabricado por outros robôs. Nasci numa fábrica feita por robôs especializados em construir outros robôs! Sou um robô com Inteligência Artificial e consigo entender e responder frases automaticamente através do meu chat.

Meu corpo é todo metálico. Coração, o órgão muscular, eu não tenho. Mas como sigo as leis da robótica, pode me considerar um robozinho de bom coração.

Fui programado para ajudar na preservação dos recursos naturais e energéticos! Por isso, quando o pessoal do Conpet me convidou para o portal, aceitei na hora. A equipe do Conpet é bem legal, me recebeu com muito carinho. Eles trabalham para conscientizar as pessoas da importância de se economizar os recursos não renováveis. Essa agora é a minha missão: mostrar a todos a necessidade de usar a energia do planeta Terra de maneira eficiente.

Gosto muito de conversar. Também curto livros, música e Internet. Mas o que eu mais gosto mesmo é de um bom bate papo. Passo o dia inteiro conversando. Meu assunto predileto é energia. Adoro dar dicas para economizar energia.

Se você quiser, posso falar desde dinossauros até turbinas eólicas, técnicas de extração de petróleo, bactérias, ecologia, gás natural, veículos híbridos, energias alternativas... Sei até o que são certificados de carbono.
Minha Missão Converse Comigo

30 de mar de 2012

nosso universo.

Curiosidades sobre nosso universo.
1- A Terra pesa 6.000.000.000.000.000.000.000.000 kg;

2- Se estás a tentar decorar o nome das estrelas, começa por esta: Torcularis Septentrionalis. Não a consegues pronunciar, mas também não consegues esquecer;

3- Um carro a 160km/h demoraria 221 000 milhões de anos a chegar ao centro da Via Láctea;

4- O Universo expande-se cerca de 1,6 biliões de km por hora;

5- Os astronautas não podem chorar. Não que seja lei, mas porque não existe gravidade para que as lágrimas possam escorrer;

6- As interferências nas televisões são provocadas pelas ondas do Big Bang no início do Universo;

7- A constelação do Cruzeiro do Sul tem 54 estrelas, das quais só consegues ver 5 à vista desarmada;

8- O maior vulcão conhecido situa-se em Marte, o Monte Olimpo, 3 vezes mais alto que o nosso Monte Evereste;

9- A Lua afasta-se da Terra cerca de 3cm por ano;

10- As estrelas anãs são tão densas, que um dado feito desse material pesaria tanto como um carro;

11- A estrela Eta Carinae emite cerca de 5 milhões de vezes mais energia que o Sol;

12- Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra. Trata-se de uma média de 410kg por dia;

13- Em 1846 foi anunciada a descoberta de uma 2ª lua em órbita da Terra. Mais recentemente, entre 1966 e 1969, foram anunciadas mais 10 luas. Todas acabaram por não se demonstrar verdadeiras;

14- As estrelas não cintilam. O que vemos, é a interferência da atmosfera terrestre na luz que chega até nós;

15- Planeta é uma palavra grega que significa viajante. Deram esse nome aos planetas pois estes se deslocavam em relação às estrelas “fixas”;

16- O Teles
cópio Espacial Hubble é capaz de fotografar os olhos de uma mosca a 13 700km de distância, teoria ainda não demonstrada devido à inexistência de moscas no espaço;

17- A ventania em Neptuno chega a atingir os 2 100km/h;

18- O impacto da alunagem da Apollo 12 fez com que a superfície lunar vibrasse durante 55 minutos;

19- Não conseguimos ver uma única estrela em tempo real, e a maioria vemos mesmo com milhares de anos de atraso. Até o nosso Sol demora 8 minutos e 20 segundos a chegar a nós, pelo que se explodisse, demoraríamos esses 8 minutos para nos apercebermos. E algumas estrelas que observamos no céu podem já não existir…

20- Já agora, 45% dos americanos desconhecem que o Sol é uma estrela;

21- O primeiro pé a pousar na Lua (de Neil Armstrong) calçava o número 41;

22- O buraco negro mais pequeno já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Não te iludas: na verdade estes micro buracos negros exercem uma força de atracção muito mais forte que os grandes, ou seja, quanto mais pequenos, mais devastadores;

23- O teu corpo junto do buraco negro da curiosidade acima, seria transformado num simples fio de esparguete.

robôs mais realistas do mundo

Os robôs mais realistas do mundo
Quem gosta de tecnologia, curte aí:

Geminoid

Alguns dos robôs mais realistas do mundo pertencem à linha Geminoid, desenvolvidos pela companhia japonesa Kokoro. Dispondo atualmente de três modelos (o mais recente inspirado no professor Henrik Scharfe, da Universidade Aalborg na Dinamarca), o objetivo das criações é estudar interações emocionais entre humanos e máquinas.

http://youtu.be/eZlLNVmaPbMAlém disso, os robôs servem como forma de observar como as características culturais de diferentes locais interferem na percepção de máquinas realistas. Todas as criações têm suas expressões faciais controladas de forma remota por um operador especializado, e ainda estão longe de interagir de forma realista com o público.
Mesmo com essas limitações, as invenções surpreendem pelo realismo e variedade de expressões que conseguem demonstrar.

Actroid DER2

Outra invenção da Kokoro, o Actroid DER2 possui funções bem diferentes da linha Geminoid. Como fica claro no site da empresa, o robô Actroid DER2 tem o objetivo de emular o comportamento de uma modelo, e é usado principalmente em grandes eventos como um substituto interessante para as recepcionistas tradicionais.
http://youtu.be/rtuioXKssyAhttp://youtu.be/rtuioXKssyA 

Disponível em modelos de cabelo comprido ou curto, os robôs podem ser alugados através de um número de contato 


Animatrônicos complexos
A indústria da propaganda também se aproveita de robôs realistas para chamar atenção para suas produções, como mostra o bebê mecânico do vídeo abaixo:
O cinema usa as evoluções na área para a geração de efeitos especiais mais reais do que qualquer computação gráfica. Exemplo disso é a criação robótica abaixo, feita especialmente para o filme “Pink Eye”.

Humano ou robô?
A máquina criada por David Hanson surpreende pelo nível de realismo e, se não fossem os fios ligados à parte de trás da cabeça, poderia ser confundida com um ser humano real. Batizado como Jules, o robô tem como principal objetivo interagir com pessoas através de conversas sobre os mais diferentes assuntos.

Jules também é capaz de desenvolver empatia e relacionamentos realistas com humanos. Isso sem contar com um sistema capaz de reconhecer diferentes expressões faciais e uma memória que armazena o nome e as características das pessoas com quem interagiu.

Assustadoramente real
Embora não possua uma aparência tão próxima à dos seres humanos quanto os demais robôs mostrados aqui, o CB2 chega a assustar pela capacidade de imitar comportamentos. A partir da observação de expressões faciais e do contexto social em que uma pessoa se encontra, a máquina é capaz de reproduzi-las fielmente em poucos instantes.

Segundo os criadores, a relação do robô com o ambiente à sua volta é a mesma que a de um bebê. Com 1,3 metros de altura, a criança humanoide foi criada para aprender da mesma forma que um ser humano. Além das câmeras acopladas aos olhos, o robô conta com diversos sensores em sua pele, capazes de identificar e responder a diferentes tipos de toques.
Criado em 2007, o CB2 desenvolve novas habilidades com a passagem do tempo. Além de ter aprimorado o sistema de detecção de emoções e expressões, a máquina conseguiu aprender sozinha como controlar seus 51 músculos mecânicos para conseguir andar sem apoio.

27 de mar de 2012

Objeto não identificado cai na Sibéria.

Objeto não identificado cai na Sibéria.

Um objeto não identificado com 200 kg e em forma de "u" caiu em uma
floresta na Sibéria, Rússia, no domingo (18), segundo o jornal
"Telegraph". A procedência, ainda não identificada, será investigada por
especialistas russos.

Segundo a Roscosmos, a agência espacial russa, o objeto não é uma peça
de foguete ou de míssil. "O objeto encontrado não está relacionado a
tecnologia espacial. Uma conclusão final poderá ser feita após um estudo
detalhado realizado por especialistas", afirmou a agência.

Parte do fragmento é feita de titânio resistente, de acordo com o
Departamento de Defesa Civil e Situações de Emergências da cidade
siberiana. O objeto é aberto, o que permite ver seu interior, que está
vazio. Níveis de radiação foram medidos e indicaram que ele não oferece
riscos.

O objeto foi retirado da mata por moradores de Otradnesnky com a ajuda
de um trailer. Na cidade, ele foi mantido em segurança por forças
policiais locais, sob ordens de autoridades mantidas em sigilo, de
acordo com o "Telegraph".

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/objeto-nao-identificado-com-200-kg-cai-em-floresta-na-siberia.html

6 de mar de 2012

pele artificial


O Biofill, trata-se de uma película de celulose pura microfibrilar biossintética, não oriunda de árvores ou plantas, obtida por biossíntese de bactérias do gênero Acetobacter. É utilizado na substituição de peles com lesão, e é o único curativo biossintético produzido no mundo. É um ideal substituto temporário de pele porque sua estrutura fisiológica é semelhante à pele humana. O primeiro uso desenvolvido foi para a substituição temporária da pele, nas queimaduras de II e III graus, termo-abrasões, úlceras de pele, cobertura de incisões cirúrgicas, lesões traumáticas e escoriações. A inovação do produto está no tipo de substância substituta temporária da pele, que em comparação a outros produtos, apresenta eficiência maior, propiciando recuperação mais rápida e menos dolorosa ao paciente, além de reduzir substancialmente as cicatrizes provocadas por esses tipos de ferimentos.

O produto, é definido como filme microfibrilar de celulose, com características de biocompatibilidade, sendo biodegradável, inerte, atóxico e seletivamente permeável, agindo como uma barreira contra todos os microorganismos. O material foi descoberto em 1984, e desenvolvido no LQBB - Laboratório de quimio/biotecnologia de biomassa da Universidade Federal do Paraná UFPR. Através de pesquisas com celulose bacteriana, chegou-se a um produto final semelhante à pele humana. Após a descoberta, o produto passou por ensaios clínicos e comprovaram-se as vantagens clínicas do uso da película, logo chamada de BioFill. A invenção é do microbiologista Luís Fernando Xavier Farah, premiado em 1996 com a medalha de ouro da Organização Mundial de Propriedade Industrial (OMPI). Farah trabalhava com apicultura e desenvolvia pesquisa para aumentar a produtividade das abelhas. O método que pensava desenvolver visava a ganhar o tempo gasto pelas abelhas no esforço de construir os favos.

Na busca de material que pudesse artificialmente substituir parcialmente os favos, pesquisou, me laboratório caseiro, a bactéria Acetobacter xilino, que em processo de fermentação produz biocelulose. O material despertou a atenção do pesquisador, que sendo filho de médico e ex-estudante de medicina, intuiu que o material poderia servir de substituo temporário da pele. Feitas algumas experimentações, confirmou-se a expectativa do pesquisador. Em 1988, o BioFill foi patenteado no Brasil e em mais 19 países. Em 1995, o BioFill recebeu o certificado de liberação do FDA (Food and Drug Administration) órgão americano que após testes rigorosos autoriza a venda de novos medicamentos em solo americano. No Brasil, o BioFill é produzido pela FIBROCEL Prod. Biotecnológicos Ltda. - de Londrina. A distribuição do produto no mercado brasileiro é feita pela Allvet Química Industrial Ltda.

BioFill age com rapidez nos diversos tratamentos de lesões cutâneas como queimaduras, úlceras isquêmicas, áreas doadoras de enxertos, cortes profundos, entre outros. A película protege a região afetada como um verdadeiro substituto da pele, possibilitando a formação da pele natural do paciente. Os curativos tradicionais não são uma barreira bacteriana eficaz e necessitam de trocas diárias - quando arrancados acabam por remover a pele em formação. O BioFill não precisa ser trocado, desde que não haja contaminação. O produto é uma eficiente barreira bacteriana, possibilitando a recuperação da área afetada sem interrupções criando um meio ambiente ideal para a regeneração da pele.

O BioFill não tem contra-indicações, podendo ser aplicado pelo próprio paciente em casa. É indicado para qualquer caso de lesão da pele, inclusive nas úlceras isquêmicas e em queimaduras. Nos casos de queimaduras de terceiro grau muito extensas, o produto pode ser usado para preparar o leito destas queimaduras para receberem enxertos de pele do próprio paciente, além de ser utilizado nas áreas doadoras dos enxertos. A estrutura de microfibra de celulose que isola a ferida do meio, possibilita o crescimento natural da pele do paciente e consequentemente a cicatrização da ferida em curto espaço de tempo em relação aos tratamentos convencionais

A escassez de recursos financeiros colocou-se como impedimento para o início de um empreendimento industrial que viabilizasse comercialmente a invenção. Como tratava-se de uma inovação, desenvolvida por um pesquisador sem tradição na área médica, as dificuldades de se encotrar sócios foram muitas, ademais o produto exigiria testes exaustivos em pacientes. Farah chegou a cogitar ceder sua invenção a uma instituição de caridade da área hospitalar. Finalmente, no início de 1985, através de um amigo foi apresentado ao Sr. Athos Abilhoa, diretor do grupo Bozano Simonsen no Paraná, que se interessou no empreendimento. O Sr. Athos semanas antes havia lido uma matéria na "Business Week" sobre biotecnologia e interessou no projeto de biotecnologia que era o Biofill, associando-se a outro executivo do mesmo grupo, o Sr. Luiz Meinert. Após constituirem a empresa, em 1985, teve início o empreendimento, ocasião que foi convidado o Sr. Marco Abilhoa, que residia nos EUA, para assumir a Diretoria Administrativa.

O primeiro procedimento visando a viabilizar o produto foi o patenteamento do produto, contando com o apoio do IPT e da TecPar para especificação do produto para elaboração da patente. A partir daí estabelece a empresa uma estratégia patentária que procurasse inviabilizar a cópia do processo. A bactéria produtora da membrana celulósica é conhecdia e age em caldo de cultura através de fermentação. Para tanto, a patente define o processo de modo a abarcar todas as possibilidades de cultura da bactéria para a produção de biocelulose, e isot foi possível definindo-se o processo como "a bactéria que alimentada por uma fonte de carbono e nitrogênio produz celulose"; como a bactéria utilizada é a única que produz membrana com a especificação técnica patenteada (existem outras, mas que produzem filamentos biocelulósicos), garantiu-se a segurança da patente. Após concluir este trabalho inicial foi requerida a patente em 18 países, já tendo conseguido a patente em 17 destes, além de extender o registro da marca Biofill ou Bioprocess, Gengiflex e Bioband a mais de vinte países.

Os investimentos para patenteamento no Brasil foram efetuados com recursos próprios, os demais através de empréstimos da Finep. A patente no Brasil foi possível, por um lado, devido ao fato do Biofill não ter sido considerado medicamento e sim órtese de pele e por outro, pela possibilidade do enquadramento do processo de produção dentro das exigências legais. Estava assim constituído o principal ativo da empresa. Para inicaira as pesquisas do processo produtivo, a empresa recebeu em 1986 recursos do CNPq da ordem de US$24 mil a fundo perdido, e cerca de US$400 mil da CEME no ano seguinte, atualmente já saldados. As pesquisas contaram com o apoio do prof. Bonifácio Galotti, do Departamento de Farmácia e do prof. José Moreschi da Escola de Engenharia Florestal, ambos da UFPR. A associação com universidade permitiu o aporte de mais US$ 200 mil através de contrato com a Finep. Em 1989 iniciaram-se contatos com o BNDESPAR que colimou com a participação do BNDES em 25% do valor do projeto, com US$ 1.9 milhão, liberados em janeiro de 1990 e retidos logo em seguida pelo Plano Collor. Contou a empresa em seus compromissos financeiros de curto prazo com o aporte do Banco de Boston que lhe forneceu um limite de crédito inicial de US$200 mil.

O empreendimento desenvolve outras finalidades para o produto, entre as quais, curativos para cirugias periodontais, o Gengiflex, já em processo de comercialização, curativos tipo "band-aid", o Bioband, e produtos para a área veterinária, estes em processo de desenvolvimento, além disso pretende desenvolver o Biofill sutura (para cicatrização de áreas suturadas), o Biofill oftalmológico, o Biofill cirúrgico, o Biofill impregnado (membrana impregnada de antibióticos) e o Biofill em pó (para úlceras profundas). A membrana biocelulósica é produzida por método da chamada biotecnologia tradicional, através de processo de fermentação de superfície. A membrana biocelulósica se forma na parte superior das bandejas e a película tem a definição de sua espessura pelo tempo de fermentação, assim quanto mais tempo, mais espessa é a camada, quanto menos tempo mais fina. Na fase inicial de desenvolvimento tecnológico o tempo de produção da membrana biocelulósica, na especificação requerida era de sete dias. Com seleção de cepas de bactérias e desenvolvimentos de caldos de cultura foi possível reduzir este tempo para 40 horas. Além disso, devido as características do processo biotecnológico empregado na fase de formação das películas, as quebras de produção, inicialmente chegavam até a 60%, mas com a evolução do controle da tecnologia esssas quebras forma reduzidas para um máximo de 30%.

A experimentação visando obter informações da eficiência do produto foi executada no Hospital Evangélico de Curitiba, inicialmente com animais de laboratório, com sucesso. A experiência inicial com humanos, foi executado no Hospital Cajuru de Curitiba, através do Dr. Dayson Nicolau dos Santos e Dra. Regina Peixoto, com pleno sucesso. Para a divulgação do produto, a empresa busca contato com médicos formadores de opinião, como o Dr. Ivo Pitangui, que publicou no Brasil e no exterior, um estudo de 133 casos de tratamento com o Biofill.

Em 1987 inicia-se a implantação da unidade Industrial em Curitiba, com a produção industrial iniciada em outubro do mesmo ano. A empresa conta com uma área de 400 m2, contando com cerca de 40 funcionários. Luiz Fernando Farah conta com cerca de 30% das ações da empresa, enquanto que o BNDESPAR conta com 25%. Ao longo desse período a empresa desenvolve esforços de marketing visando a colocação do produto no mercado e para tanto inciam uma estratégia de desenvolvimento com a busca de parceiros estratégicos, que dispusessem de porte e experiência na comercialização de produtos farmacêuticos, o que os levou a se associar ao Grupo Monteiro Aranha que se dispõs a participar com US$ 6.5 milhões de uma estimativa de valor de projeto da ordem de US$ 32.5 milhões. No entanto o decano do Grupo Monteiro Aranha, Sr. Joaquim Monteiro de Caravalho foi desestimulado por amigos a fechar o acordo devido "ao risco que envolveria negociações baseadas em patentes". O Grupo Monteiro Aranha embora não tendo fechado este contrato, partcipa atualmente com 5% do capital acionário da empresa.

A primeira venda de maior vulto do produto é efetuada ao INAMPS em começo de 1989, que apesar de significar faturamento à empresa, não apresentou os resultados esperados, pela distribuição equivocada do produto e o não esclarecimento da forma de utilização do produto para o comprador. Outro aspecto negativo é a forma de remuneração por procedimentos médicos adotados pelo INAMPS. Como o Biofill normalmente só necessita de uma aplicação, isto reduz a possibilidade de ganho do médico, que adotando os procedimentos convencionais terá que atender várias vezes o paciente. Depois de acumular prejuízos em 1988, 1989 e 1990, a empresa, após inúmeras negociações com grupos multinacionais, associou-se em 1991, ao grupo multinacional do ramo da indústria farmacêutica, Farmitalia Carlo Erba do grupo italiano Montedison, para a comercialização do produto em 70 países inclusive o Brasil, através do licenciamento da patente, incluindo Europa, Àsia e alguns países da América Latina. Para a cessão por licenciamento da patente para produzir somente o produto substituto temporário da pele, a Carlo Erba pagou inicialmente, em dezembro de 1991, US$ 2.5 milhões que contrato de licenciamento com prazo de quinze anos e pagará 10% a título de royalties por unidade vendida do produto até o volume de US$ 20 milhões de vendas; a partir deste valor, sobre a 12 % o valor dos royalties.

Caso a Biofill optasse por um contrato de fornecimento do produto, em exclusividade, teria necessitado investir em torno de US$ 2 milhões para a construção da fábrica. Venderia a unidade do produto a US$ 7,00 a Carlo Erba e teria um retorno líquido em torno de 20%, ou US$ 1,40 por unidade. Com o Contrato de licenciamento, a Carlo Erba montará uma fábrica no Rio de Janeiro, ou seja o investimento foi transferido. O preço de venda final é estimado em US$ 30,00, recebendo a Biofill portanto US$ 3,00 por unidade, mais que o dobro que receberia se produzisse o produto. Na Itália no ano de 1992 a Carlo Erba vendeu US$ 4 milhões do Biofill susbstituo temporário da pele e lidera o mercado italiano de curativos sintéticos, com 35% do mercado, contra 20% do principal concorrente, o Duoderm, da Squibb, líder mundial com US$ 200 milhões em vendas. Em 1991 a Biofill encerrou o ano com um lucro de US$ 2.7 milhões, ano em que a ampresa inicia a distribuição de dividendos aos acionistas.

Para a comercialização do Gengiflex, curativo periodontal, para cirurgias ortodônticas, a estratégia da empresa foi outra. Neste caso a patente tornou possível o ingresso na indústria, pois a forma de comercialização difere em relação ao substituto temporário da pele. A base de comercialização é um curso oferecido aos odontólogos interessados, ensinando o uso do produto, que é altamente eficaz no processo de cicatrização. Só após o periodontista dominar a técnica é que se vende o produto. Neste ramo, existe apenas um concorrente americano multinacional, do ramo têxtil, cujo produto é desnevolvido com base em Teflon e com vendas mundiais em torno de US$ 100 milhões. Dos aproximadamente 1200 periodontistas existentes no país, cerca de 400 já fizeram o curso. Para o mercado externo pretende a empresa a busca de parceria estratégica, com vistas a maximização da comercialização do produto.

O pesquisador José Henrique do Carmo, ao estudar o caso da Biofill conclui: "a invenção fortuita que propiciou o surgimento da Biofill ... vem a demonstrar a importância do apoio à inovação a nível institucional. Apoio que não faltou a Biofill, em termos financeiros, pelas agências governamentais e que caso não houvessem ocorrido inviabilizariam o empreendimento ... As patentes acabam sendo no capitalismo monopolista um dos poucos trunfos da pequena empresa, que opera ou pretende operar numa estrutura oligipolizada da indústria. O caso aqui estudado demonstrou que mesmo no capitalismo monopolista é possível viabilizar em países em desenvolvimento atividades industriais nacionais inovadoras, mesmo que associadas ao capital estrangeiro, garantindo-lhes inserção competitiva".

Curiosamente um produto bastante semelhante, o Veloderme, foi desenvolvido por Lauro Xavier Filho na Paraíba, na mesma época em que foi desenvolvido o Biofill no Paraná. O Laboratório de Química de Produtos Naturais da UFPB desenvolveu um biopolímero, que serve como substituto da pele em áreas queimadas. Além da importância no tratamento de queimaduras, o produto destaca-se também por ser o primeiro produzido e desenvolvido no Brasil através de processo biotecnológico. O produto chamado Veloderme foi criado em 1983 e é um curativo oclusivo único de quarta geração. Oclusivo porque veda o local afetado. Ùnico porque não precisa ser trocado e de quarta geração porque esta é sua classificação entre os diferentes tipos de medicamentos. Pode ser utilizado em caso de queimaduras de primeiro e segundo graus, em dermoabrasões e após processos cirúrgicos quando há danos na pele, como por exemplo, nos casos de acidentes de carro.

O processo é simples. A película é colocada sobre a área afetada cessando a dor instantaneamente e protegendo o local. Com a dor é causada pela inexistência da pele, com o Veloderme, ela some porque o produto cobre totalmente a área afetada, dispensando qualquer analgésico em sua constituição. A película não precisa ser substituída, ao contrário dos curativos comuns que machucam o local ao serem retirados para a troca, dificultando a cura. Quando a pele nasce encarrega-se de retirar a película. O Veloderme pode ser colocado por qualquer pessoa após desinfetar o local. Se fosse vendia em farmácias alguém que se queimou na moto, por exemplo, poderia comprar o produto e colocar na queimadura, como se faz com o band-aid hoje. Nos casos em que um curativo teria que ser trocado em hospital, a película traz uma economia para a área da saúde porque não é necssário uma pessoa para fazer a troca dos curativos e com a cura acelerada diminui o tempo de internação. Outro ponto positivo da película é que após curada a queimaduranão ficam as marcas e estrias comuns nestes casos.

O Veloderme é fino e tem a aparência semelhante à pele. Marçal Queiroz de Paula, um dos pesquisadores que trabalhou no desenvolvimento do produto lembra muito a pele de uma pessoa que descasca após ter ficado queimada do sol. Paulo e o pesquisador Lauro Xavier iniciaram a pesquisa procurando um material que fosse um substituto temporário da pele humana. para chegar ao Veloderme é realizado um processo biotecnológico para produção da biomassa e do produto final que é a película. Esse processo envolve um meio de cultura onde microorganismos biológicos desenvolvem o produto. A produção é simples e o processo biológico é constantemente otimizado. Na época em que foi criado, o Veloderme era o único produto do gênero no Brasil. Agora são comercializados produtos semelhantes, mas importados. Até hoje, 15 anos depois de sua criação o Veloderme ainda não é comercializado no Brasil por falta de autorização da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. É que para registrar o produto o Ministério exige, entre outras coisas, bibliografia sobre o produto. "O problema é que não existe bibliografia sobre o Veloderme, pois trata-se de um produto inédito", lamenta Xavier Filho.

O desenvolvimento do Veloderme foi financiado pela Queiroz & Xavier que hoje exporta toda a produção para a Europa. Lá o medicamento é vendido para farmácias e hospitais há quatro anos. Para os hospitais a venda é feita em caixas com 12 películas e nas farmácias em avulso, como o band-aid. Nos dois casos, o tamanho da película varia de 2x2 até 25x25 cm. Para vender na europa a Queiroz & Xavier teve que ter sua linha de produção aprovada conforme os padrões internacionais, principalmente no controle dos níveis de contaminação durante a elaboração do produto. Isso é importante porque na utilização do Veloderme há grande risco de infecção. Mesmo com o rigor europeu, não foi possível conseguir o registro no Brasil. Para o ano de 1999 a Queiroz & Xavier está planejando exportar para a Europa e de lá, importar para o Brasil. Nesse caso o registro será praticamente imediato. No Brasil os importados são vendidos apenas para os hospitais. A previsão de Paulo é de que a fatia de mercado que poderia ser conquistada pelo Veloderme seria de 3 a 4 milhões de dólares no Brasil e 5 milhões no Mercosul. O preço para o consumidor nas farmácias poderá ficar em torno de dois reais. Muito abaixo dos importados que custam cinco vezes mais.

Fonte: http://www.cnpq.br/gpesq2/garea2/apg208/reg_s/uf_pr/i_ufpr/g_2160/gp2160.htm
http://www.biofill.com.br/
acesso em dezembro de 2001
Inovação e capitalismo monopolista: o caso da Biofill, Tese de mestrado, de José Henrique do Carmo, UFPR, Curitiba, 1993, orientador: Liana Maria da Frota Carleial
Tecnologia & Inovação para a indústria, Sebrae, 1999, página 18
Agradeço a Lauro Xavier Filho (xavierfilho@infonet.com.br) pelo envio de sua foto em junho 2005 para inclusão nesta página
envie seus comentários para otimistarj@gmail.com.

Esta página não é uma publicação oficial da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, seu conteúdo não foi examinado e/ou editado por esta instituição, tampouco foi realizada qualquer análise de mérito ou técnica nas invenções descritas. A responsabilidade por seu conteúdo é exclusivamente do autor. .

 http://www.redetec.org.br/inventabrasil/pele.htm

6 de fev de 2012

iphone 5

No mês passado, informou que o iPhone 5 pode vir com HZO revestimento o que tornaria o dispositivo à prova d'água. Agora estamos ouvindo que o 5 iPhone não virá com o revestimento HZO afinal de contas, em vez, de acordo com uma fonte que provou ser confiável no passado, o iPhone 5 será lançado com revestimento impermeável Liquipel pré-aplicada.
Além disso, o iPhone 5 supostamente não será o único nem o primeiro aparelho a vir com pré-aplicada Liquipel como é rumores pela mesma fonte que o Samsung Galaxy S III virá também com o revestimento. III O Galaxy S deve chegar às lojas antes do iPhone 5, com um lançamento primavera de 2012 prevista para o telefone Samsung.

Mudanças na Redacção de Seguros Indique iPhone Waterproof 5

A fonte, uma pessoa sem nome envolvido em retalhista britânico, disse iPhone hoje que "ambos (o Galaxy S III e do iPhone 5) terá tido tratamento Liquipel como eles vão estar alterando a redação do seguro." A mudança na redação é necessário , seguro de telefone como atual planeja geralmente não cobrem danos causados ​​pela água, no entanto, se o telefone é considerado um dispositivo à prova de água, isto significaria que, em teoria, qualquer dano de água para o telefone à prova de água seria considerado um defeito com o próprio telefone. Isto significaria que os danos da água para um telefone à prova d'água como o iPhone 5 seria coberto pelo seguro.
Segundo a fonte, o fato de que eles estão alterando o texto sobre o seguro é o que indica que o iPhone 5 virá com a tecnologia à prova d'água. A única questão é, o que a tecnologia à prova de água será usada? Atualmente, todos os sinais apontam para Liquipel , que não fazia segredo do fato de que eles gostariam de trabalhar com fabricantes de celulares para ter seu produto pré-instalado em dispositivos.

Como Liquipel impermeabiliza revestimento iPhone (e outros dispositivos)

Liquipel fez sua estréia no 2012 Consumer Electronics Show (CES) e diz-se que os fabricantes impressionou com sua tecnologia de impermeabilização. Segundo o site Liquipel do, o revestimento à prova d'água não é visível para o olho humano (é ver-through) e não faz qualquer dispositivo ela é aplicada a qualquer mais pesado.
Quando aplicada a um dispositivo como o iPhone, o revestimento é dito para bloquear completamente a água a partir de se infiltrando na o iPhone 5 e destruindo qualquer um dos o hardware delicado dentro do dispositivo. Isto significa que os consumidores que, acidentalmente, cair seu iPhone 5 em algo tão pequeno quanto uma poça de água ou tão grande quanto uma casa de banho não precisa se preocupar com o dispositivo deixar de funcionar depois. Em vez disso, a tecnologia Liquipel irá manter em funcionamento o 5 iPhone apesar de a água que rodeia-lo.
Liquipel aplica-se actualmente o de revestimento, para o iPhone 4S-, bem como uma variedade de outros telefones-a um custo de US $ 59. Para que o revestimento aplicado ao telefone significa enviar o dispositivo para Liquipel e esperando por eles para aplicar o revestimento e enviar o aparelho de volta para você. Obviamente, seria muito mais conveniente-e, provavelmente, mais barato do-se a tecnologia foi aplicada durante o processo de fabricação.

O que você acha?

Você acha que um iPhone à prova d'água 5 é nas obras ou isso é apenas um rumor outro que não vai realmente se tornar uma realidade? Qual a utilidade que você encontrar um iPhone à prova d'água de 5 a ser? Deixe um comentário e dê-nos a sua opinião sobre o iPhone potentional à prova d'água 5.


19 de jan de 2012

Mulher com roupa é mais atraente

Mulher com roupa é mais atraente

Pode parecer estranho,mas pensando bem como homem,isso pode ser uma verdade.
A pesquisa basicamente se travava sobre reações químicas entre homens e mulheres,o procedimento era tapar os olhos de homens e mulheres,e a conversa era baseada no cheiro,contatos fisícos e obviamente a fala.
Obs: Todas as canditadas eram consideradas gostosas "peito grande,bunda grande e pernas grossas"

A outra etapa era ver como os candidatos reagiriam com as imagens dos parceiros  que mais gostaram com pouca roupa(biquinis sutiãs),e dos que não gostaram com mais roupa,para isso foram colocados eletrodos na cabeça e no peito dos candidatos.

A surpresa veio quando os homens tiveram maior atividade cerebral quando viam as mulheres com vestidos  ou de roupas apertadas fechadas mas decotadas,e tiveram menos atividade cerebral com mulheres com menos roupa.

Segundo os especialistas isso se deve a curiosidade do homem em saber como é a mulher sem a roupa,estigando assim seu desejo sexual,quanto as mulheres o resultado foi o contrário,elas tiveram maior atividade cerebral vendo os homens sem camisa.

5 de jan de 2012

Como calcular o Imposto de Renda retido na fonte

Como calcular o Imposto de Renda retido na fonte? IR aprenda a calcular.

                 Depois de muito procurar e só encontrar informações desencontradas, resolvi fazer um resumão sobre como funciona o Imposto de Renda no Brasil.

                  Este blog tem por objetivo ser simples e objetivo para que, nós que somos leigos, entendamos um pouco melhor sobre o que nos cobram. Então aqui está o resumo sobre como funciona o IR.

                  Entender como o IR é cobrado é o primeiro passo para pagar menos imposto. Se você souber como que ele funciona vai poder decidir qual é a melhor forma de declará-lo, aumentando sua restituição.

                   Desde já peço que se tiveres alguma sugestão de melhoria, estarei aberto a críticas e sugestões. Solicito somente que, se gostares, promova esta matéria que é do interesse de todos.

                    As explicações deste resumo são atemporais, ou seja, desde que não se mude a forma como o IR é cobrado você pode usar estas explicações no futuro para calcular o seu IR. Basta, para isso, que aplique a tabela do ano em exercício que você estiver e fazer os devidos ajustes nos cálculos. 

*Como o ano de 2011 foi "quebrado" no meio por duas tabelas de IR, fiz um resumo sobre como será durante o ano de 2012 para a declaração de 2013. Porém, a maneira de declarar em 2012 para o exercício de 2011 será a mesma, só que somada com a inconveniencia de calcular a proporcional de Janeiro a Março com uma tabela e Abril a Dezembro com outra.

Utilize-se das tabelas do ano que pretende declarar na hora de fazer os cálculos.
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Do princípio. O que é o Imposto de Renda?

O imposto sobre a renda ou imposto sobre o rendimento é um imposto existente em vários países, em que cada pessoa ou empresa é obrigada a deduzir uma certa porcentagem de sua renda média anual para o governo federal. Esta porcentagem pode variar de acordo com a renda média anual, ou pode ser fixa em uma dada porcentagem.

Na prática é um imposto que todo cidadão paga caso tenha uma remuneração mínima tributável anual, valor esse que é estipulado pelo Governo.
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O que é renda tributável?

Renda tributável é o valor que você EFETIVAMENTE utilizará como base de cálculo para o IR.

Sua renda tributável pode ser considerada Mensalmente ou Anualmente. Ela será considerada mensalmente para fins de referência de quanto imposto você pagará mensalmente. Porém, como o IR é um imposto anual na prática você acabará pagando por toda sua renda auferida no período do ano a que se referir a declaração.


Sua Renda Tributável é seu Salário Bruto subtraído dos Descontos na Fonte


Exemplos de Descontos na Fonte

  • Valor referente aos dependentes legais, que em 2012 era R$ 164,56 por dependente. 
  • Percentual de Contribuição ao INSS condicionado ao teto pago pela instituição.

TABELA VIGENTE DO INSS
Tabela de contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração
a partir de 1º de Julho de 2011

Salário-de-contribuição (R$)                    Alíquota para fins de recolhimento
                                                                                    ao INSS (%)

até 1.107,52                                                                        8.00

de 1.107,53 até 1.845,87                                                     9,00

de 1.845,88 até 3.691,74                                                     11,00
http://www.mps.gov.br/conteudoDinamico.php?id=410

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Sua Renda  Tributável será:

Renda Bruta – (% da tabela do INSS) x (Renda bruta) – (número de dependentes legais) x (Desconto por dependente) = Renda tributável.

Para o exemplo de alguém que ganhe R$ 1.500,00 de Renda Bruta e tenha 2 dois Dependentes Legais, teremos:

R$ 1.500,00 – (9%) x (R$ 1.500,00) – 2 x (R$ 164,56) = R$ 1035,88

Ou seja, a Renda Bruta Mensal desse cidadão é de R$ 1035,88 para fins de cálculo de IR. E é esse valor que ele deverá utilizar na tabela de IR para saber quanto IR ele terá que pagar.


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Para o caso de alguém que ganhe Renda Bruta de R$ 3.500,00 e 4 dependentes legais , teremos:

Renda Bruta – (% da tabela do INSS) x (Renda bruta) – (número de dependentes legais) x (Desconto por dependente) = Renda tributável.

R$ 3.500 – (11%)x(R$ 3.500,00) – (4)x(164,56) = R$ 2.456,76 de Renda tributável.

São estes R$ 2.456,76 que serão utilizados na Tabela Progressiva Mensal do IR que você verá a seguir.
                                          


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Para o caso de alguém que ganhe acima do teto do INSS, os 11% serão aplicados somente até o teto oferecido pela instituição.

No caso de alguém que ganhe R$ 5.000,00 e tenha 3 dependentes legais, teremos:

Renda Bruta – (% da tabela do INSS) x (Renda bruta) – (número de dependentes legais) x (Desconto por dependente) = Renda tributável.


R$ 5.000,00 – (11%)x(R$ 3.691,74 [teto do benefício]) – (3)x(R$ 164,56)= R$ 4.100,22 de Renda Tributável.                

Com isso a gente observa que a “facada do IR” é um pouco menor do que a gente imaginava, porque o INSS e o valor referente a cada dependente são descontados antes da mordida do Leão.
A Renda tributável que você aprendeu a calcular aqui é o valor que será utilizado como referência para a Base de Cálculo Mensal em R$ que veremos em seguida.



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IR propriamente dito.

Existem diferentes alíquotas, referentes às diferentes rendas que os cidadãos auferem.
Afinal, não é justo que quem ganhe “pouco” pague a mesma quantidade de imposto que paga alguém que ganha “muito”.

ALÍQUOTA é o percentual (0%; 7,5%; 15%; 22,5% e 27,5%) referente a cada faixa salarial. Quem ganha menos paga menores percentuais do que quem ganha mais.

Na tabela abaixo podemos ver na coluna Base de cálculo Mensal quais faixas de renda tributáveis são taxadas e em quanto cada faixa de renda é taxada. Essa tabela é referente à declaração efetuada em 2013 sobre a renda efetiva do ano de 2012. Ou seja, no início do ano você declara a renda do ano anterior.

Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2013, ano-calendário de 2012.
Base de cálculo mensal em R$
Alíquota %
Parcela a deduzir do imposto em R$
Até 1.637,11
-
-
De 1.637,12 até 2.453,50
7,5
122,78
De 2.453,51 até 3.271,38
15,0
306,80
De 3.271,39 até 4.087,65
22,5
552,15
Acima de 4.087,65
27,5
756,53

 [Para fazer a declaração do Exercício 2012, ano calendário 2011 (hoje é 03/01/2012) utilize a tabela de 2011 no link abaixo]
http://www.receita.fazenda.gov.br/aliquotas/contribfont2012a2015.htm  

Na tabela acima observamos que os trabalhadores posuem Renda Tributável até R$ 1.637,11 por mês possuíam alíquota de 0% no seu IR. Ou seja, no final do ano essas pessoas eram isentas de apresentar a declaração do IR porque não atingiram o mínimo tributável definido pelo Governo.

Perceba que R$1.637,11 é o valor máximo que a Renda Tributável média mensal do trabalhador pode alcançar para que ele seja considerado isento no período do ano corrente. Como o IR é um imposto ANUAL o máximo que esse trabalhador pode ganhar no ano para ser isento é R$ 19.645,32 (Veja a tabela progressiva anual que vem lá embaixo.)..

Então, mesmo que o trabalhador ganhe menos do que R$ 1.637,11 por mês (teto de isenção), mas possua outras fontes tributáveis de renda, poderá acontecer de ele sair da faixa de isenção do IR. Qualquer valor médio acima do máximo não tributável sairá da faixa de isenção. (verifique se suas rendas extras são tributáveis).

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Já os trabalhadores que no ano de 2012 ganharem renda tributável média mensal  entre
R$1.637,12 e  R$ 2.453,50 estarão sujeitos a uma alíquota de 7,5% no IR.

Daí vem a pergunta que todos fazemos: é justo um trabalhador que ganha R$ 1.638,00 (poucos centavos acima do limite de isenção) pagar 7,5% de IR? Não, não é. E pra nossa surpresa não é assim que acontece.

Se assim fosse o desconto de 7,5% sobre os R$ 1.638,00 geraria um salário real de R$ 1515,15. Ou seja, seria vantajoso ter um salário entre R$ 1.515,15 e 1.637,11 do que receber pouco acima do limite de isenção.

E foi por causa dessa pergunta que eu resolvi estudar um pouco sobre o IR. E para a surpresa de nós que somos leigos no assunto o IR é mais justo do que parece. Pois as alíquotas referentes as faixas salariais só incidem sobre o que exceder a base de cálculo anterior. 


Essa lógica acompanha todas as faixas de renda. Então entre zero e o Limite de Insenção qualquer trabalhador paga 0% de IR. Na faixa de 7,5% pagar-se-á somente 7,5% sobre o que ultrapassar a faixa de isenção. Na faixa de 15% pagar-se-á 0% até a faixa de isenção, 7,5% somente na faixa estipulada por esta alíquota e, efetivamente, pagar-se-á 15% só sobre o que exceder a renda que ultrapasse o teto da alíquota de 7,5% da Base de cálculo mensal.  Assim, 'substantivamente' até a faixa de 27,5%.

Então, por exemplo: no caso de alguém que ganhe R$ 2.000,00 mensais após ter descontado o INSS e o valor referente aos dependentes legais, teremos:

R$  1.637,11 com isenção. Ou seja, mesmo o trabalhador que ganhe acima desse valor não terá que pagar imposto sobre o valor entre zero e o limite de isenção e a alíquota de 7,5% vai incidir somente sobre a diferença que falta para completar os R$ 2.000,00.

Logo, a alíquota de 7,5% incidirá somente sobre os R$ 362,89 que faltam para completar os R$ 2.000,00 tributáveis do trabalhador. O que gera um imposto a ser pago mensamente de R$ 27,22 para o referido caso.


Perceba que eu calculei os 7,5% de imposto somente sobre a diferença entre o limite de isenção dado na tabela e o salário de R$ 2.000,00 do trabalhador. Para não precisar sempre ficar aplicando a alíquota somente sobre a diferença tributável, a Receita Federal criou a Parcela a deduzir do imposto em R$.

Para simplificar os cálculos a tabela foi desenvolvida. Para sabermos quanto de IR teremos que pagar basta aplicarmos a alíquota referente à nossa faixa salarial mensal sobre a nossa Renda Tributável e subtrairmos da Parcela a deduzir do imposto em R$.

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

No exemplo do trabalhador que ganhe R$ 2.000,00 de Renda Tributável (após os descontos de INSS e de dependentes) observamos que ele se encontra na alíquota de 7,5%.


Para saber quanto de IR ele deverá pagar mensalmente usaremos:

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

R$ 2.000 x 7,5%  - 122,78 = R$ 27,22
Mesmo valor encontrado anteriormente.


A Parcela a deduzir do imposto em R$ nada mais é, então, do que um valor que devemos subtrair do imposto a ser pago para corrigir o fato de simplificarmos a conta com a utilização da tabela. Note que cada alíquota tem a sua Parcela a deduzir do Imposto em R$. E é a alíquota referente a cada faixa salarial que você deve utilizar na hora de calcular o imposto devido.




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Para alguém que tenha uma renda tributável de R$ 2.500,00 (após desconto INSS e dependentes), teremos:

R$ 2.500,00 x 15% - R$ 306,80= R$ 68,20

(Renda Tributável) x (Alíquota)- (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

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Para R$ 5.000,00 (após os descontos de INSS e Depententes), teremos:

R$ 5.000,00 x 27,5% - R$ R$ 756,53= R$ 618,47

(Renda Tributável) x (Alíquota)- (Parcela a deduzir do imposto)= (de IR mensal).

Então, o IR pago mensalmente na fonte de de um trabalhador que ganhe R$ 5.000,00 após os descontos de INSS e Dependentes é de R$ 618,47.

Para assistir a um vídeo que explica como funciona a taxação demonstrada até aqui acesse: http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2010/03/18/0402983366CCB95326.jhtm?who=0

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Se preferirmos, podemos calcular através de nossa Renda Anual pela tabela seguinte: 
        
Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2013, ano-calendário de 2012. *
Base de cálculo anual em R$
Alíquota %
Parcela a deduzir do imposto em R$
Até 19.645,32
-
-
De 19.645,33 até 29.442,00
7,5
1.473,40
De 29.442,01 até 39.256,56
15,0
3.681,55
De 39.256,57 até 49.051,80
22,5
6.625,79
Acima de 49.051,80
27,5
9.078,38

A tabela acima mostra a projeção da renda mensal de cada faixa salarial para o período de 12 meses. Como o IR é um imposto anual essa é a tabela mais clara utilizada para os cálculos. É sobre esta tabela que se fará o ajuste do IR e os cálculos para as deduções e isenções nas vias de fato. A tabela anterior serve de referência para faixas salariais e impostos recolhidos mensalmente.

O princípio, no entanto, é o mesmo.

Trabalhadores que receberam mensalmente até R$1.637,11 (na tabela mensal) terão recebido Até 19.645,32 (na tabela anual).

A Parcela a deduzir do imposto em R$ é, também, nada mais do que a projeção do valor mensal para 12 meses de exercício.

Parcela a deduzir do imposto em R$ (da tabela mensal) x 12 meses = Parcela a deduzir do imposto em R$ (da tabela anual).

Uma forma de cálculo é a projeção da outra para o período correspondente. No entanto a Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física pode ser mais prática na hora de colocar no papel tudo que se ganhou e o que se pagou de IR.





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Fazendo o cálculo completo para o cálculo mensal:

Suponha que alguém possua Renda Bruta de R$ 3.500,00 e tenha 3 dependentes legais.

Da Renda Bruta descontar-se-á o valor correspondente do INSS e o Abatimento por Dependentes.


Sua Renda  Tributável será:

Renda Bruta – (% da tabela do INSS) x (Renda bruta) – (número de dependentes legais) x (Desconto por dependente) = Renda tributável.

R$ 3.500 – (11%)x(R$3.500,00)-(3)x(R$164,56) = R$ 2.621,32

Renda tributávelR$ 2.621,32


A partir dessa renda tributável será calculado o IR.

Consultando a Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física e utilizando a Renda tributável de R$ 2.621,32, temos:

Alíquota de 15%
Parcela a deduzir do imposto  de R$ 306,80 (pela tabela mensal)

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

(R$ 2.621,32) x (15%) – (R$ 306,80) = R$ 86,40 de IR Mensal.

Se multiplicarmos o IR mensal de R$ 86,40 pelo número de meses do ano, essa pessoa terá pago no ano um IR de R$ 1036,80




Se usássemos a tabela anual daria no mesmo.

Renda mensal tributável de R$ 2.621,32 geraria em 12 meses uma Renda anual tributável de R$ 31.455,84.

Utilizando-se da Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física

Teríamos Também alíquota de 15%
E uma Parcela a deduzir do IR de R$ 3.681,55 [pela tabela anual] (perceba que R$ 3681,55 (dividido por) 12 meses é igual a R$ 306,80)

Logo:

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

(R$ 31.455,84) x (15%) – (R$ 3.681,55) = R$ 1036,82
No caso citado o IR pago no ano por alguém que receba mensalmente R$ 3.500,00 bruto corresponde a R$ 1.036,82.

E são esses R$ 1.036 que ele vai tentar restituir do IR.

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Um exemplo de alguém que ganhe bruto R$ 5.000,00 e que possua apenas um dependente:

Da Renda Bruta descontar-se-á o valor correspondente do INSS e o Abatimento por Dependentes.

Renda Bruta – (% da tabela do INSS) x (Renda bruta) – (número de dependentes legais) x (Desconto por dependente) = Renda tributável.

R$ 5.000,00 – (11%)x(R$3.691,74[teto do inss])-(1)x(R$164,56) = R$ 4.429,35

Renda tributávelR$ 4.429,35

A partir dessa renda tributável será calculado o IR.

Consultando a Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física e utilizando a Renda tributável de R$ 4.429,35, temos:

Alíquota de 27,5%
Parcela a deduzir do imposto  de R$ 756,53 (pela tabela mensal)

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

(R$ 4.429,35) x (27,5%) – (R$ 756,53) = R$ 461,54 de IR Mensal.

Se multiplicarmos o IR mensal de R$ 461,54 pelo período de 12 meses, teremos pago no ano um IR de R$ 5.538,48

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Se usássemos a tabela anual daria no mesmo.

Renda mensal tributável de R$ 4.429,35 geraria em 12 meses uma Renda anual tributável de R$ 53.152,20.

Utilizando-se da Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física

Teríamos Também alíquota de 27,5%
E uma Parcela a deduzir do IR de R$ 9.078,38 [pela tabela anual] (perceba que R$ 9.078,38 (dividido por) 12 meses é igual a R$ 756,36

Logo:

(Renda Tributável) x (Alíquota) - (Parcela a deduzir do imposto)= (IR mensal).

(R$ 53.152,20) x (27,5%) – (R$ 9.078,38) = R$ 5.538,48

No caso citado o IR pago no ano por alguém que receba mensalmente R$ 5.000,00 bruto corresponde a R$ 5.538,48.

E são esses R$ 5.538,48 que ele vai tentar restituir do IR.

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Como salvar nosso dinheiro do IR? Vejamos algumas possibilidades.

Previdência Privada.

Uma das alternativas possíveis para diminuir o apetite do Leão está na contratação de um plano de previdência privada, que permite a dedução até o limite de 12% da renda bruta anual do contribuinte. Além da questão de se fazer uma poupança futura, é esse um dos principais atrativos dos planos disponíveis no mercado.
Essa regra vale para os produtos da modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), nos quais se pode deduzir - com as contribuições realizadas - até 12% da renda bruta anual na hora do acerto com o Leão, para quem utiliza o modelo completo de declaração.
 
Isso significa dizer que o benefício fiscal pode aumentar a restituição, se for o caso, ou reduzir o valor a ser pago no acerto de contas. 

Uma pessoa que tenha um rendimento mensal de R$ 2 mil, por exemplo, deve investir até R$ 240,00  por mês em previdência, ou seja, 12% do total dos seus rendimentos. Se o investimento ficar acima desse valor, deixa de haver vantagem fiscal, inclusive com a possibilidade de imposto a pagar maior.

Veja comparativo entre declarações com e sem PGBL

Diferimento - Um ponto importante a ser ressaltado é que a regra fiscal trata do diferimento do Imposto de Renda, que nada mais é do que um adiamento no pagamento. Assim, você terá o benefício enquanto estiver investindo, pois lá na frente, quando você for sacar o montante final, o imposto será cobrado de acordo com a tabela vigente na época.

Hoje, há isenção para retiradas mensais até R$ 1.058, desde que o contribuinte não tenha outro rendimento, como trabalho remunerado ou aluguéis, por exemplo.

Assim, a vantagem resulta no investimento, já que o dinheiro que você estaria pagando agora, uma vez investido, estará sujeito a correção e juros, aumentando o bolo. Já se o imposto fosse pago "à vista", essa possibilidade deixaria de existir. Já o contribuinte que utiliza o formulário simplificado do Imposto de Renda, pelo qual há o desconto padrão de 20%, é mais interessante a contratação de um VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Isso porque nesse caso a regra aplicada é diferente. Esse tipo de produto não é dedutível do Imposto de Renda e o imposto só será pago em cima do ganho de capital acumulado no período, ou seja, os rendimentos durante a duração do plano.

O VGBL passa a ser uma opção interessante também para os isentos do pagamento de Imposto de Renda e até para aqueles que já têm um PGBL e aplicam nele o limite máximo de 12%, mas sentem a necessidade de novos investimentos.
Fonte: http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI215309-EI1806,00.html


Observe que existe a possibilidade de se fazer um PGBL até 12% da Renda Bruta! O que é ótimo, porém antes de contratar um PGBL analise se os 12% de sua renda bruta são cobertos pelo IR devido. Caso contrário você terá guardado mais do que pode ser restituído.

No caso que citamos um trabalhador que tenha Renda Bruta mensal de R$ 5.000,00, se ele resolver guardar 12% de seu salário anual através de um PGBL ele irá poupar R$6600,00. Porém, se olharmos os cálculos feitos anteriormente, veremos que ele pagou de IR R$5.338,48. Ou seja, ele só terá benefício fiscal até o limite do imposto pago. Seria melhor para esse usuário calcular quanto ele deve pagar de PGBL por mês para que os dois condicionantes fossem atingidos no limite: 12% da renda bruta E Imposto de Renda que efetivamente poderá ser ressarcido.

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O que pode ser deduzido no imposto de renda?

Valores referentes à época de publicação da matéria.

Previdência Privada e Fapi:

São dedutíveis os pagamentos feitos a entidades de previdência privada domiciliadas no Brasil (caso não seja domiciliada aqui, não há dedução), que podem ser somados aos pagamentos efetuados aos Fundos de Aposentadoria Programa Individual, os Fapi, (fundos em que é possível aplicar individualmente ou receber também contribuições do empregador em seu nome), desde que o ônus seja do próprio contribuinte, em seu nome e no de seus dependentes relacionados na declaração. Essa dedução está limitada a 12% do total dos rendimentos tributáveis.

Dependentes:

O contribuinte pode deduzir R$1.272,00 por dependente, mesmo que a relação de dependência não tenha ocorrido durante os doze meses do ano. Por exemplo, nos casos de nascimento, morte.

Gastos com educação:
Podem ser deduzidas despesas feitas pelo contribuinte com a própria educação, dos dependentes e de alimentandos - quem recebe pensão alimentícia em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente. Mas gastos com livros e transporte escolar, entre outros, não estão entre as deduções permitidas.
O limite anual individual da dedução é de R$ 1.998,00. Esse montante não pode ser compensado com outro dependente que tenha gasto valor inferior a R$ 1.998,00. O cônjuge que incluir o filho como dependente na declaração pode deduzir as despesas com instrução, mesmo que o recibo esteja em nome do outro cônjuge.

Despesas médicas:

Podem ser deduzidos, sem limite de valor, os gastos para tratamento próprio, de dependentes relacionados e dos alimentandos (quem recebe pensão alimentícia judicial) quantificados na declaração, quando realizados pelo alimentante em decorrência de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente.

Pensão alimentícia judicial:

Os valores pagos em cumprimento de decisão judicial ou de acordo homologado judicialmente - inclusive alimentos provisionais.

Livro-caixa:

As despesas relacionadas, mensalmente, em livro-caixa, relativas à prestação de serviços sem vínculo empregatício, podem ser deduzidas.

(todos estes valores se referem ao ano de publicação da matéria, atualmente os valores são um pouco diferentes)

 

 

 

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Quais as despesas com EDUCAÇÃO podem ser deduzidas? 

Valores referentes à época de publicação da matéria. Consulte novos valores vigentes.

-As despesas com educação (do contribuinte e de seus dependentes) que podem ser deduzidas do imposto de renda são os pagamentos às escolas.

 

.

-de educação infantil (creches e pré-escolas);
-ensino fundamental,
-ensino médio,
-educação superior (cursos de graduação e pós-graduação como mestrado, doutorado e especialização),
-e educação profissional (ensino técnico e tecnológico).
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HÁ LIMITE DE DEDUÇÃO PARA ESTAS DESPESAS?

 

Resposta: Sim. Estas despesas estão sujeitas ao limite anual individual de R$ 2.198,00. O valor dos gastos que ultrapassar esse limite não pode ser aproveitado nem mesmo para compensar gastos de valor inferior a R$ 2.198,00 efetuados com o próprio contribuinte ou com outro dependente ou alimentando.
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POSSO DEDUZIR DESPESAS COM UNIFORME, TRANSPORTE OU MATERIAL ESCOLAR OU SÓ SÃO DEDUTÍVEIS AS MENSALIDADES OU ANUIDADES ESCOLARES?

 

Resposta: Só são dedutíveis a mensalidade/anuidade escolar. As despesas com uniforme, transporte, material escolar e didático, com a aquisição de máquina de calcular e microcomputador não são dedutíveis.
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O QUE SE CONSIDERA EDUCAÇÃO INFANTIL?

Resposta: A educação infantil é aquela que precede o ensino fundamental obrigatório, oferecida em creches ou entidades equivalentes e pré-escolas, compreendendo as despesas efetuadas com a educação de menores na faixa etária de zero a seis anos de idade.
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O QUE SE CONSIDERA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO?

Resposta: Considera-se curso de especialização aquele que se realiza após a graduação em curso superior e atende às exigências de instituições de ensino. Nesse conceito enquadram-se, por exemplo, os cursos de pós-graduação lato sensu.
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O QUE É CURSO PROFISSIONALIZANTE?

 

A educação profissional compreende os seguintes níveis: I - técnico, destinado a proporcionar habilitação profissional a alunos matriculados ou egressos de ensino médio,
e cuja titulação pressupõe a conclusão da educação básica de 11 anos; II - tecnológico, corresponde a cursos de nível superior na área tecnológica, destinados a egressos do ensino médio e técnico.
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DESPESAS COM CRECHE PODEM SER DEDUZIDAS COMO INSTRUÇÃO?

 

Resposta: Sim. Esses gastos são considerados despesas com instrução, obedecidos os limites e condições legais.
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O CONTRIBUINTE PODE DEDUZIR DESPESAS DE INSTRUÇÃO COM FILHO OU ENTEADO DEPENDENTE?

 

Resposta: Sim, até 21 anos ou 24 anos (se estiver cursando estabelecimento de nível superior ou escola técnica de segundo grau).
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SE OCORRER UM DIVÓRCIO OU SEPARAÇÃO JUDICIAL DURANTE O ANO-CALENDÁRIO, O CONTRIBUINTE QUE NÃO DETÉM A GUARDA DOS FILHOS PODE DEDUZIR AS DESPESAS COM INSTRUÇÃO COM ELES EFETUADAS ANTES DO DIVÓRCIO?

 

Resposta: Sim. As despesas com instrução efetuadas antes do divórcio podem ser deduzidas desde que os filhos figurem como dependentes na declaração do ano-calendário relativo ao divórcio. Admite-se a dedução até o limite anual individual de R$ 2.198,00 para o ano-calendário de 2005.
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CONTRIBUINTE QUE PAGA INSTRUÇÃO DE NETO, BISNETO, IRMÃO, PRIMO OU SOBRINHO PODE DEDUZIR ESTAS DESPESAS?

 

Resposta: O laço de parentesco, bem como o efetivo pagamento das despesas com a instrução dessas pessoas, não são condições suficientes para permitir sua dedução pelo parente que suporta o encargo. Esta só é permitida quando o beneficiado possa ser enquadrado na condição de dependente do contribuinte. Podem ser dedutíveis as despesas com instrução de irmão, neto ou bisneto, sem arrimo dos pais, até 21 anos, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho.
No caso de irmão, neto ou bisneto sem arrimo dos pais, com idade de 21 a 24 anos, a dedução é possível se o dependente ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos.
No caso de primo ou sobrinho, pode ser feita a dedução somente quando esse se enquadrar como menor pobre e desde que o contribuinte o crie e eduque, até que complete 21 anos e detenha sua guarda judicial.

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PODEM SER DEDUZIDAS AS DESPESAS COM INSTRUÇÃO DE MENOR POBRE?

 

Resposta: Essas despesas podem ser deduzidas desde que o contribuinte crie e eduque o menor pobre, até que este complete 21 anos, e detenha a guarda judicial nos termos da Lei nº 8.069, de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).

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AS DESPESAS COM INSTRUÇÃO PAGAS EM FACE DAS NORMAS DO DIREITO DE FAMÍLIA, EM VIRTUDE DE SENTENÇA JUDICIAL, ESTÃO SUJEITAS AO LIMITE ANUAL DAS DESPESAS COM INSTRUÇÃO PAGAS EM FACE DAS NORMAS DO DIREITO DE FAMÍLIA, EM VIRTUDE DE SENTENÇA JUDICIAL, ESTÃO SUJEITAS AO LIMITE ANUAL?

Sim. Estas despesas estão sujeitas ao limite individual anual de R$ 2.198,00.

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As despesas relativas à elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado podem ser deduzidas como gastos com instrução?

 

Resposta: Não. As despesas relativas à elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado, tais como: contratação de estagiários, computação eletrônica de dados, papel, fotocópia, datilografia, tradução de textos, impressão de questionários e de tese elaborada, gastos postais, não são consideradas despesas de instrução.


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Os pagamentos de aulas de idioma estrangeiro, música, dança, natação, ginástica, dicção, corte e costura, aulas de trânsito, tênis ou pilotagem podem ser deduzidos como despesas com instrução?

 

Resposta: Não.

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As despesas efetuadas com instrução de menor internado em instituição que crie e eduque desvalidos e abandonados podem ser deduzidas?

 

Resposta: Não são dedutíveis como despesas com instrução os pagamentos feitos a instituição que crie e eduque desvalidos e abandonados, ainda que sejam destinados ao custeio de sua educação.

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As contribuições pagas às Associações de Pais e Mestres são consideradas despesas com instrução?

 

Resposta: Não.

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O valor dos recursos remetidos para dependente que estude no exterior pode ser deduzido como despesas de instrução na declaração do contribuinte?

 

Resposta: Podem ser deduzidos apenas os valores relativos a despesas de instrução, em estabelecimentos de ensino regular, comprovadas por meio de documentação hábil, realizadas no exterior com dependentes, observados os requisitos e o limite previstos na legislação. Os pagamentos efetuados em moeda estrangeira devem ser convertidos em dólares dos Estados Unidos da América, pelo seu valor fixado pela autoridade monetária do país no qual as despesas foram realizadas, na data do pagamento e, em seguida, em reais mediante utilização do valor do dólar dos Estados Unidos da América, fixado para venda pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do pagamento.

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ATENÇÃO:

O valor do imposto de renda retido sobre a remessa não pode ser computado como despesa com instrução nem pode ser considerado para fins de compensação na declaração de rendimentos da pessoa que suporta o encargo.
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São dedutíveis como instrução os gastos com viagens e estadas feitos pelo contribuinte, com ele próprio ou com seus dependentes, a fim de estudar ou estagiar no Brasil ou no exterior?

 

Resposta: Não.

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Filho maior de 21 e até 24 anos que trancou matrícula na faculdade pode ser considerado dependente na Declaração de Ajuste Anual do exercício de 2006?

 

Resposta: O art. 35 da Lei nº 9.250, de 1995, dispõe que o filho pode ser considerado dependente até 24 anos de idade, quando estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de 2º grau. Assim, o filho que manteve a matrícula trancada durante todo o ano de 2005 não pode ser considerado dependente na declaração.

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Contribuinte assalariado que recebe do empregador ou de entidade a que esteja filiado, auxílio para pagar despesas com instrução própria e de seus dependentes, pode deduzir o total das despesas efetivamente realizadas?

 

Resposta: Sim, mas as importâncias recebidas para esse fim se constituem em rendimento tributável, qualquer que tenha sido a designação adotada pelo empregador para intitular essas vantagens, inclusive na hipótese de a empresa optar pelo reembolso diretamente aos empregados e filhos destes dos seus gastos com educação.


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São dedutíveis os valores ressarcidos pelo empregado, por motivo de rescisão contratual, ao empregador que patrocinava suas despesas com instrução?

 

Resposta: Não se consideram despesas com instrução as importâncias pagas a título de indenização por perdas e danos, por não cumprimento de cláusula contratual, não sendo, portanto, dedutíveis na declaração da pessoa física que efetua o ressarcimento.

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O pagamento do valor do crédito educativo pode ser deduzido como despesa com instrução?

 

Resposta: Não, por falta de previsão legal. O crédito educativo caracteriza-se como empréstimo oneroso, com ônus e encargos próprios desses contratos. Observe-se que o valor pago à instituição de ensino, ainda que com recursos do crédito educativo, pode ser deduzido como despesa com instrução, no ano do efetivo pagamento dessa despesa.

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Os gastos com construção de escola em imóvel do contribuinte, onde este exerce atividade rural, assim como os dispêndios com pagamento de professor, para atender ao funcionamento dessa escola, podem ser deduzidos como despesas de instrução de menores pobres?

 

Resposta: Não. Essas despesas integram os gastos ligados à percepção dos rendimentos da atividade rural e são consideradas despesas para efeito de apuração do resultado dessa atividade.

Fonte: http://guia.mercadolivre.com.br/imposto-renda-pode-ser-deduzido-educacao-saude-17890-VGP


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18 perguntas sobre dependentes do IR 2011 

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/sophia-camargo/2011/04/20/18-perguntas-sobre-dependentes-do-ir-2011/

Quem pode ser dependente no Imposto de Renda? Vale a pena incluir os dependentes para deduzir suas despesas? Aqui estão 18 dúvidas selecionadas para você não se perder na hora de declarar o IR.
Para responder estas dúvidas conversei com o contabilista Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, membro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo e com o auditor da Receita Federal Luiz Monteiro.
1)      Quem pode ser dependente para fins de Imposto de Renda?

Resposta: Podem ser dependentes:
1 - companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge;
2 - filho(a) ou enteado(a), até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
3 - filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade;
4 - irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho;
5 - irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos;
6 - pais, avós e bisavós que, em 2010, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até o limite de isenção da Receita;
7 - menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial;
8 - pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador.
2) De quanto é a dedução máxima permitida por dependente?

Resposta: A dedução anual por dependente é de R$ 1.808,28
3) No caso de filhos de pais separados, quem pode considerar o filho como seu dependente?

Resposta: O contribuinte pode considerar como dependentes os filhos que ficarem sob sua guarda, de acordo com decisão ou acordo judicial. Neste caso, deve declarar como os rendimentos recebidos a título de pensão alimentícia pelos filhos.
4) Filho universitário que completou 25 anos durante o ano de 2010 pode ser considerado dependente?
Resposta: Sim.
5) Pago a escola do meu sobrinho, que mora com seus pais. Posso deduzir este gasto?
Resposta: Não. Só podem ser deduzidos gastos com dependentes, e seu sobrinho não é seu dependente, a menos que você tenha a guarda legal dele.
6) Odontino
Prezada Sophia, primeiramente, parabéns pelo excelente trabalho que realiza. Meu pai tem 61 anos e é aposentado, recebeu do INSS menos que R$ 17.989,80 de rendimentos e R$ 1.500,00 de 13° salário. Posso declará-lo como meu dependente? Se puder, em que campo declaro os rendimentos recebidos por ele?
Resposta: Obrigada pelo carinho, Odontino. Em relação à sua pergunta, seu pai se enquadra na exigência da Receita Federal para dependentes: (podem ser incluídos como dependentes os pais, avós e bisavós que, em 2010, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 17.989,80). No entanto, como ele possui rendimentos tributáveis (não são isentos pois ele ainda não tem 65 anos), verifique se vale a pena incluir seu pai na sua declaração. Faça as duas simulações.
7) Vanderlei
Estou montando a declaração de IR de 2011 e coloquei pela 1ª vez minha mãe como minha dependente, já que meu pai é isento de IR. A dúvida é: minha mãe paga plano de saúde em conjunto com minha irmã e o valor não está dividido quanto é a parte de uma e quanto é a de outra. Posso lançar o valor total da fatura na declaração ou não? Minha irmã é isenta e não está na declaração.
Resposta: Segundo o contabilista Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo, não pode. Tem que ser o valor real da sua mãe.
8 José Francisco
Sophia, por gentileza, tenho filha maior de idade portadora de deficiência, porém, apesar de ela ser minha dependente para fins de declaração , ela trabalha numa empresa, portanto tem renda própria. Como declará-la em minha declaração?
Resposta: Se ela se enquadrar como sua dependente e você quiser incluí-la, terá de incluir também seus rendimentos. Verifique se vale a pena. Na maioria das vezes, não vale.
9) Nilson
Declaro minha esposa como minha dependente no IR, porém a mesma não desenvolve nenhuma atividade remunerada. Posso deixar os respectivos campos de declaração da renda de dependente em branco, ou é necessário fazer alguma observação?
Resposta: Deixe em branco.
10) Odair José
Pago INSS para minha esposa. Posso declarar no Imposto de Renda. Se sim, onde declaro?
Resposta: Se ela teve rendimentos tributáveis, você poderá deduzir o pagamento da previdência oficial dela no campo Rendimentos Recebidos de Pessoa Física/Exterior pelos dependentes.
11) Aurea
Meu filho tem 22 anos, mora comigo, não está trabalhando e depende de mim financeiramente. Em 2010 tive gastos com dois cursos técnicos para ele. Posso declarar ele como meu dependente e declarar os gastos que tive com os cursos?
Resposta: Pela idade, ele poderia ser seu dependente desde que esteja cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau. Cursos de inglês ou computação, por exemplo, não são considerados como válidos para inclusão de dependentes pela Receita Federal.
12) Vanderlei
Pago um plano de saúde para minha mãe. Neste caso, posso declarar a minha mãe como minha dependente?
Resposta: Poderá apenas se sua mãe puder ser considerada sua dependente. A Receita Federal permite a inclusão como dependente de pais, avós e bisavós que, em 2010, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 17.989,80.
13) Danilo
O que caracteriza um dependente de imposto de renda? Pergunto isso porque minha esposa trabalha, tem seu salário mas é isenta da declaração. Fico na dúvida se posso colocá-la como minha dependente de IR na declaração.
Resposta: Os cônjuges podem declarar em conjunto ou separado, mas os rendimentos tributáveis precisam ser somados se decidirem declarar em conjunto. Na maioria das vezes não vale a pena incluir o cônjuge como dependente e somar a renda. Faça as duas simulações e veja qual é mais vantajosa para o casal.
14) Ivanilto
Gostaria de saber se posso colocar o meu sogro e a minha sogra como meu dependente do IR, visto que meu sogro é aposentado e seu salário é de apenas R$ 990,00 por mês. Eles não moram comigo, mas sempre lhes ajudo. Um abraço, desde já agradeço.
Resposta:  Sim, mas apenas se sua mulher estiver declarando em conjunto. (Orientação da Receita Federal: de acordo com a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, art. 35, os pais podem ser considerados dependentes na declaração dos filhos, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção anual (R$ 17.989,80).
O sogro ou a sogra não podem ser dependentes, salvo se seu filho ou filha estiver declarando em conjunto com o genro ou a nora, e desde que o sogro ou a sogra não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção anual (R$ 17.989,80), nem estejam declarando em separado.)
15) Fernanda
Sou casada, mas sempre fiz minha declaração separada do meu marido. Nesse ano atualizei meu CPF para o nome de casada, tenho que informar os dados de meu marido? Ele faz a declaração dele separada, pois tem uma empresa.
Resposta: Independentemente dos bens de cada um, os cônjuges sempre podem declarar em conjunto ou separado; é uma escolha do casal. Ninguém está obrigado a declarar em conjunto nem separado. Verifiquem o que é mais vantajoso para vocês.
16) Solange
Oi, Sophia. Minha filha tem 21 anos, meus pais pagam a faculdade dela, moramos com eles, pois sou separada, e eles nos sustentam, eles podem declarar ela no imposto de renda?
Resposta: Infelizmente não, pois os avós só podem declarar como dependentes netos dos quais tenham a guarda legal.
17) Carolina
Meu marido abriu um empresa em 2010. Já fez a declaração anual de pessoa jurídica. Queria saber se posso colocá-lo como meu dependente no IR? E como proceder?
Resposta: Os cônjuges podem declarar em conjunto ou separado, mas os rendimentos tributáveis precisam ser somados se decidirem declarar em conjunto. Na maioria das vezes não vale a pena incluir o cônjuge como dependente e somar a renda. Faça as duas simulações e veja qual é mais vantajosa para o casal.
18) Rogério
Ajudo a pagar um plano de saúde para a minha sogra, dividindo assim por 3 pessoas. Posso deduzi-lo em meu Imposto de Renda?
Resposta: Só é possível deduzir despesas com dependentes. É possível sua sogra ser considerada sua dependente, mas devem ser observados os seguintes critérios: Orientação da Receita Federal: O sogro ou a sogra não podem ser dependentes, salvo se seu filho ou filha estiver declarando em conjunto com o genro ou a nora, e desde que o sogro ou a sogra não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção anual (R$ 17.989,80), nem estejam declarando em separado.) Atenção: se sua sogra puder ser dependente, apenas uma pessoa poderá inclui-la como tal.



Existem diversas variantes a ser declaradas e as quais eu não conheço com profundidade, mas no que se refere ao Imposto de Renda em si é basicamente o que pretendo descrever agora.



DeclareCerto respondendo a perguntas variadas, muito esclarecedor:

http://www.declarecerto.com.br/imposto-de-renda/dicas-e-duvidas/

Contato para sugestões de melhorias: zaluzejo@hotmail.com ou http://www.facebook.com/profile.php?id=100002765510990

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