Comandos de voz Android e no iPhone (iOS):

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Comandos de voz disponíveis no Android e no iPhone (iOS): – Lembrete: “Lembre-me de comprar o presente para Maria amanhã”. – Eventos no Google Agenda: “Criar um evento na agenda: reunião sexta-feira, às 16 horas”. – Checar calendário: “Como será meu dia amanhã?” ou “Quando é minha próxima reunião?”. – Descobrir músicas novas: “Quais são as músicas de Chico Buarque?” ou “Quem canta a música Apesar de Você?”. – Encontrar um filme: “Quais filmes estão passando hoje à noite?” ou “Onde está passando Batman vs Superman?”. – Busca de imagens: “Imagens do Cristo Redentor” ou “Mostre-me fotos do Pão de Açúcar”. – Rotas: “Como chegar ao Maracanã?”, “Leve-me até a praia de Copacabana” ou “Navegue até o Barra Shopping”. – Locais próximos: “Hospitais próximos” ou “Onde fica o supermercado mais próximo?”. – Viagem: “Me mostre pontos turísticos no Rio de Janeiro” ou “Atrações turísticas em Nova York”. – Horas e fuso horário: “Que horas são em Berlim?”. – Previsão do tempo: “Qual é a previsão do tempo...

Somos bons ou maus? A neurociência responde

Somos bons ou maus? A neurociência responde Há milênios as cabeças pensantes vem tentando determinar se o homem é bom por natureza -como criam Rousseau, Sócrates ou Montaigne- ou mais tentado ao mal -opinião representada por Hobbes, Maquiavel ou a teologia cristã, mediante o pecado original-. O debate segue firme, mas agora há uma nova voz a levar em conta: a neurociência, que está a caminho de estimar quantitativamente a bondade humana.

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Somos bons ou maus? Há uma pequena percentagem (em torno de 20%) de pessoas que sempre agem de um modo compassivo e respeitoso com as normas. No outro extremo, outra porção menor (uns 4%) temos os que sistematicamente agem de modo antissocial e desleal, incluindo 1% de indivíduos perigosos. Mas o mais interessante acontece em terra de ninguém, onde se movem a maioria dos mortais, esse 60-80% de pessoas que agem bem ou mal em função de como sopra o vento. Isto é, agem conforme o comportamento do restante, de quem esteja olhando ou das normas punitivas que imperem no espaço-tempo onde se encontrem.



A criminalidade em Nova Iorque reduziu de forma espetacular entre a década dos 80 (quando os Warriors dominavam as ruas) e o final de século XX, quando se converteu em uma das megaurbes mais seguras do continente americano. Um dos motivos alegados para explicar a mudança de tendência é a chamada "teoria das janelas quebradas", aplicada pelo prefeito Rudolph Giuliani durante os anos 90 (política de tolerância zero com os delinquentes).

Segundo esta teoria, as pessoas são mais propensas a se comportar de um modo incivilizado quando o meio está degradado: edifícios sujos, vidros quebrados, paredes pichadas... Giuliani decidiu lutar com ferocidade nessa frente: ordenou que cada vagão que chegasse as garagens cheios de rabiscos fosse limpo instantaneamente e devolvido à rede. Depois de meses de duro pulso, os grafiteiros acabaram desmoralizados e os trens voltaram a circular impolutos pelo Subway, tal e qual relata Malcolm Gladwell em seu livro "The Tipping point".

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