Como Escolher sua Primeira Câmera Profissional: Guia para Iniciantes

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Como Escolher sua Primeira Câmera Profissional: Guia para Iniciantes ​Entrar no mercado da fotografia exige a escolha do equipamento certo. Não se trata apenas de comprar a câmera mais cara, mas a que atende às necessidades do seu nicho. ​1. O que considerar na escolha? ​ Tipo de Câmera: ​ DSLR (Digital Single-Lens Reflex): São mais robustas, possuem visor óptico e uma enorme variedade de lentes. Ideal para quem quer uma pegada profissional tradicional. ​ Mirrorless: Mais leves, tecnológicas e silenciosas. Estão se tornando o padrão atual da indústria. ​ Sensor: ​ Full Frame: Qualidade superior, melhor desempenho em pouca luz, ideal para eventos e fotografia profissional de alto nível. ​ Cropado (APS-C): Mais acessíveis, excelentes para aprender e iniciar o trabalho sem um investimento astronômico. ​ Objetivas (Lentes): O corpo da câmera é importante, mas é a lente que define a qualidade da imagem. Comece com uma lente versátil (como a 18-55mm) antes de invest...

Somos bons ou maus? A neurociência responde

Somos bons ou maus? A neurociência responde Há milênios as cabeças pensantes vem tentando determinar se o homem é bom por natureza -como criam Rousseau, Sócrates ou Montaigne- ou mais tentado ao mal -opinião representada por Hobbes, Maquiavel ou a teologia cristã, mediante o pecado original-. O debate segue firme, mas agora há uma nova voz a levar em conta: a neurociência, que está a caminho de estimar quantitativamente a bondade humana.

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Somos bons ou maus? Há uma pequena percentagem (em torno de 20%) de pessoas que sempre agem de um modo compassivo e respeitoso com as normas. No outro extremo, outra porção menor (uns 4%) temos os que sistematicamente agem de modo antissocial e desleal, incluindo 1% de indivíduos perigosos. Mas o mais interessante acontece em terra de ninguém, onde se movem a maioria dos mortais, esse 60-80% de pessoas que agem bem ou mal em função de como sopra o vento. Isto é, agem conforme o comportamento do restante, de quem esteja olhando ou das normas punitivas que imperem no espaço-tempo onde se encontrem.



A criminalidade em Nova Iorque reduziu de forma espetacular entre a década dos 80 (quando os Warriors dominavam as ruas) e o final de século XX, quando se converteu em uma das megaurbes mais seguras do continente americano. Um dos motivos alegados para explicar a mudança de tendência é a chamada "teoria das janelas quebradas", aplicada pelo prefeito Rudolph Giuliani durante os anos 90 (política de tolerância zero com os delinquentes).

Segundo esta teoria, as pessoas são mais propensas a se comportar de um modo incivilizado quando o meio está degradado: edifícios sujos, vidros quebrados, paredes pichadas... Giuliani decidiu lutar com ferocidade nessa frente: ordenou que cada vagão que chegasse as garagens cheios de rabiscos fosse limpo instantaneamente e devolvido à rede. Depois de meses de duro pulso, os grafiteiros acabaram desmoralizados e os trens voltaram a circular impolutos pelo Subway, tal e qual relata Malcolm Gladwell em seu livro "The Tipping point".

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